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18 de Outubro 2018: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.34 patacas e 1.15 dólares norte-americanos.

Quinta, 18/10/2018
Há 250 empresas e instituições a promover produtos e serviços de países de língua portuguesa na edição deste ano da Feira Internacional de Macau e, pela segunda vez, num espaço próprio: a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (PLPEX). A opção pela “feira dentro da feira” está a ser bem recebida. “Na minha opinião, e com o feed back dos empresários que estiveram cá, no ano passado, está a ter resultados”, diz Carolina Guedes, directora executiva da Associação dos Jovens Empresários Portugal – China. “Estamos mais destacados e houve uma movimentação maior da organização para conseguir que sejam estabelecidas conexões de maior valor entre os empresários que cá estão, e têm interesse nos produtos e serviços que trazemos, e os que nós temos aqui dentro”, entende. Para esta edição da MIF, a Associação dos Jovens Empresários Portugal-China traz uma delegação de 196 empresas. A maioria é de Portugal, mas há também empresários de São Tomé, Brasil e Moçambique. Carolina Guedes diz que as expectativas de encontrar parceiros ou distribuidores para entrar no mercado da China são altas: “Os empresários estão cheios de expectativas sobre o mercado e como as coisas vão correr. Nós fazemos esta feira já desde 2012. No ano passado, houve esta alteração que é a PLPEX e acho que resulta, cada vez melhor, para nós que vimos de fora”, reitera. Sónia Nunes
Quinta, 18/10/2018
A cooperação entre Portugal e a China pode avançar depois da visita de Xi Jinping, prevista para o início de Dezembro. É pelo menos esta a expectativa de Fernanda Ilhéu, presidente da Associação dos Amigos da Nova Rota da Seda. “Não há um memorando de entendimento para projectos específicos de cooperação – espero que haja, possivelmente com a ida de Xi Jinping a Portugal e que seja essa a altura de assinar algo sobre uma cooperação mais estruturada”, diz Fernanda Ilhéu. A investigadora do Instituto Superior de Economia e Gestão garante que Portugal está nos planos da China, apesar de ainda não fazer parte do mega projecto de ligação ferroviária, que recupera a rota da seda. “Há linhas férreas que já vão até Madrid e ainda não vão a Portugal – um dia, poderão ir. O que é importante é se estamos ou não nesse modelo de conectividade com a China? A China reconhece que estamos. O Governo português e o presidente da República já mostraram interesse em Portugal estar presente nessa nova visão da China sobre mundo”, refere. A Associação Amigos da Nova Rota da Seda é uma das entidades que participa este ano na Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa, um evento que decorre em paralelo com a Feira Internacional de Macau, que começou hoje. Para Fernanda Ilhéu a cooperação com a China é uma “nova oportunidade” para a comunidade internacional construir um modelo “mais equilibrado de globalização”. “Não prevíamos que os Estados Unidos nos defraudassem e dissessem: ‘Isto é só para os americanos’. Em 2017, o presidente Xi Jinping, aproveitando a retirada dos Estados Unidos, disse que a China e a Europa têm de assumir esse papel de globalização e construir um modelo em conjunto. Para mim, esta é a grande vertente da ‘uma faixa,uma rota’ ”, defendeu. Sónia Nunes
Quinta, 18/10/2018
A Assembleia Legislativa aprovou, na generalidade, a proposta de lei que alarga as competências do Corpo de Polícia de Segurança Pública. O deputado Sulu Sou, que votou contra, considera que o diploma é desiquilibrado uma vez que não contempla o reforço das competências do órgão de fiscalização das forças de segurança. Vários deputados lamentaram também que o Governo não tenha melhorado as regalias profissionais do pessoal da PSP. O secretário para a Segurança remeteu uma reforma geral das carreiras para a revisão do Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau. A proposta deve chegar ao Conselho Executivo ainda este ano. Na reunião plenária de hoje, a Assembleia aprovou tambémo novo regime legal de inscrição para o exercício de actividade dos profissionais de saúde. André Jegundo