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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 04/09/2015

A parada militar com a qual a China assinalou o dia da Vitória dos Aliados na II Guerra Mundial está em grande destaque nos jornais de Macau e de Hong Kong. Os diários locais também fazem referência à celebração organizada pelo Governo da RAEM.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun titula que o presidente chinês anunciou a redução do número de efectivos militares em 300 mil. Estas palavras de Xi Jinping foram proferidas, em Pequim, durante a cerimónia que assinalou o 70º aniversário da Vitória da Guerra de Resistência do Povo Chinês contra a Agressão Japonesa e da Vitória Mundial contra o Fascismo.

 

O Va Kio coloca antes em grande destaque a cerimónia que o Governo da RAEM realizou para assinalar a efeméride. O matutino sublinha que “demonstrou o espírito do amor à Pátria por parte dos cidadãos de Macau”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi diz que “o Governo vai estudar o desenvolvimento sustentável do Jockey Club nestes dois anos” de renovação da licença. A rádio também noticia que, em Julho, os depósitos de residentes diminuíram 0,8 por cento.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau escolhe para manchete o tema dos refugiados: “Em busca da vida perdida”. Especialistas pedem acção da ONU. Numa das chamadas lê-se “austeridade - no poupar é que está o ganho”.

 

“Colheita estragada” titula o Ponto Final sobre uma polémica a envolver Pereira Coutinho e os trabalhadores consulares. Rosa Teixeira Ribeiro, secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas de Portugal no Estrangeiro, não gostou do termo “altamente difamatório” usado pelo deputado. Numa chamada de primeira, o jornal remete para uma entrevista ao músico Kalhor que actua esta noite em Macau.

 

O Jornal Tribuna de Macau revela em manchete que “ataques de hackers sobem em flecha na RAEM”. O destaque fotográfico faz referência ao desfile militar chinês: “promessas de paz em aniversário da guerra”.

 

O Clarim destaca o padre Cyril Law Jr. que fala a propósito dos refugiados na Europa e também a igreja na China. O semanário católico titula “Macau e a Ilha do Sândalo” – 500 anos da chegada dos portugueses a Timor.

 

O semanário Plataforma escreve em manchete “aprender a brincar” sobre a reforma no ensino infantil que retira carga horária à escrita e à aprendizagem formal, apostando, sobretudo, nas actividades lúdicas. O jornal publica também uma entrevista com João Mesquita Ferreira, empresário e vice-presidente da associação Comercial Internacional para os Mercados Lusófonos.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily faz título com os subsídios às convenções que “estão seguros”, uma notícia que vem na sequência dos cortes de austeridades anunciados pelo Governo. Uma associação do sector diz que os subsídios não estão em perigo, embora passe a haver uma selecção mais rigorosa na sua atribuição. Uma fotografia de primeira faz ainda referência à comemoração em Macau do Dia da Vitória dos Aliados na II Guerra Mundial.

 

No Macau Post, a efeméride faz a manchete: “Xi Jinping proclama intenções pacifistas na parada do Dia V”. Ainda referência na primeira às palavras do secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, que nas comemorações em Macau apelou aos jovens para “aprenderem com a história”.

 

O Macau Daily Times não saiu hoje para as bancas.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post vira atenções para a parada militar chinesa, com a publicação de uma fotografia de grandes dimensões, acompanhada do título: “temor e paz”. O jornal sublinha ainda que o presidente chinês com objectivos pacifistas anunciou o corte do número de soldados em 300 mil.

 

O China Daily foca o mesmo tema, mas a fotografia ocupa quase toda a primeira página e mostra os veteranos da guerra de resistência chinesa contra a agressão japonesa. A manchete diz “uma grande saudação” – “o duro triunfo foi recordado 70 anos depois, enquanto a nação e amigos fazem votos de uma paz duradoura”.

 

No interior desta edição de sexta-feira, o Standard dá também destaque ao desfile que demonstrou o poderio militar da China. O diário escreve que o país vai ter menos 300 mil soldados, no entanto, no título principal lê-se “justiça... paz... pessoas... vão prevalecer”.