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II Guerra Mundial: "Não é o ódio que nos move", diz Wong
Quinta, 03/09/2015

“Não nos move o ódio mas as lições que podemos retirar da Guerra”. Palavras do Chefe do Executivo interino, Wong Sio Chak,  que esta manhã presidiu às cerimónias de comemoração do fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945 que, pela primeira vez, se assinala em Macau.

Foi um discurso, no Tap Seac, onde estas comemorações se concentram, que vincou “as humilhações do Exército japonês à população chinesa”. Apesar de já terem passado setenta anos, “são actos violentos irrefutáveis”, observou o secretário para a Segurança. 

No discurso de cerca de dez minutos insistiu que era preciso recordar a constituição de associações, em Macau, para ajudar o esforço de guerra da China, e ano após ano, lembrar às gerações futuras, “as humilhações e sofrimentos da China durante a II Guerra Mundial”.

As principais celebrações centram-se em Pequim, na praça de Tiananmen, onde acontece uma parada militar com 12 mil soldados, 500 tanques e peças de artilharia, todos sobrevoados por cerca de duzentas aeronaves.

Presentes trinta líderes mundiais como o presidente russo, Vladimir Putin, a presidente sul-coreana, Park Geun-hye, ou o homólogo sul-africano Jacob Zuma. Esperado é também o secretário geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, apesar do protesto oficial do Japão. A parada também levou à capital o Chefe do Executivo de Macau, Chui Sai On, à frente de uma delegação de cerca de 100 pessoas.