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Corrupção eleitoral: deputada Song Pek Kei nega ilegalidades
Quarta, 22/07/2015

Song Pek Kei afasta a ideia de que foram cometidas ilegalidades por parte da lista que a elegeu - a par de Chan Meng Kam e Si Ka Lon – nas legislativas de 2013. A deputada reage assim à condenação de duas pessoas, que participaram na campanha, a mais de um ano de prisão por corrupção.

 

Ontem o presidente da Associação dos Cidadãos Unidos de Macau já tinha assegurado que não houve qualquer tentativa de compra de votos em troca de refeições, bebidas ou transporte grátis e deu também a informação de que o agente do Comissariado contra a Corrupção (CCAC) que iniciou o caso estava inscrito na associação.

 

Agora, Song Pek Kei diz que “é um facto importante que agentes do CCAC tenham escondido a identidade quando se juntaram à associação” e acusa o funcionário em causa de “recolha imprópria de provas” e de ter “induzido” pessoas da campanha “a violarem a lei”. De acordo com o canal inglês da TDM, a deputada disse ainda que “o ordenamento jurídico de Macau não permite este tipo de acções”, considerando que “é o suficiente para haver uma reviravolta no caso”.

 

O processo remonta a 2013, quando o funcionário do CCAC diz ter recebido uma chamada de uma senhora de 67 anos a apelar ao voto na lista 13, em troca de benefícios. Mais tarde, cerca de 10 testemunhas confirmaram a mesma oferta por parte Associação dos Cidadãos Unidos de Macau.