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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 17/07/2015

O alegado interesse de Macau em comprar um sistema para controlar as comunicações na internet domina as primeiras páginas da imprensa em língua inglesa e portuguesa. São já conhecidas as posições do Comissariado Contra a Corrupção e da Polícia Judiciária. Na imprensa de Hong Kong, um dos temas em comum é a nova proposta de lei de defesa no Japão, que permite reforçar o papel militar do país no cenário internacional.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O jornal Ou Mun conta que o Executivo vai recolher amostras de água nos novos prédios de habitação pública. O objectivo é averiguar os níveis de chumbo na água.

 

O Va Kio puxa para manchete a detenção de um homem por suspeitas de abuso sexual. O caso envolve um rapaz de 12 anos.

 

Canal chinês da Rádio Macau

O Canal Chinês da Rádio Macau destaca ainda a reunião de ontem do Conselho de Planeamento Urbanístico. Os planos que estavam previstos para Coloane ficam sujeitos a mudanças devido aos achados arqueológicos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

“Haverá quem preserve?” questiona hoje O Clarim, no âmbito dos 10 anos de património mundial. O jornal falou com Sónia Chaves, técnica de arte e restauro, e com o arquitecto Francisco Vizeu Pinheiro. No topo da página lê-se “Assembleia da República Portuguesa: Rita Santos na lista de José Cesário”.

 

“Guangdong tem menos encanto” titula o semanário Plataforma. O jornal indica que “embora continue a ser uma das regiões mais ricas da China, as barreiras alfandegárias, a insegurança jurídica, ou as dificuldades de acesso a mão-de-obra estrangeira, estão entre as razões que afastam investidores e empresas europeias”.

 

“A culpa é do sistema” lê-se na primeira do Hoje Macau. A Associação Novo Macau entregou ao Ministério Público documentos sobre aquilo que diz ser um projecto de aquisição, por parte do CCAC, de um sistema informático destinado a controlar todas as formas de comunicação via internet. Hoje ainda uma reportagem sobre “O valor dos restos”.

 

O Ponto Final puxa para manchete o caso de alegada compra de um sistema para controlar comunicações via internet. O jornal titula “Olho vivo e faro fino”. O Comissariado Contra a Corrupção e também a Polícia Judiciária, em comunicado, deixaram a entender que adquiriram mesmo a tecnologia desenvolvida pelo grupo italiano, escreve ainda o jornal. Noutro título lê-se “Quando o turismo prejudica o património”: Maria Younghee Lee, professora da Universidade de Ciência e Tecnologia, defende que o Governo tem de ser capaz de aliviar as zonas de maior concentração de turistas.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve “Aprender a tratar da casa dos outros”. A Associação das Mulheres promove através do seu centro de educação e formação cursos para empregadas domésticas com um currículo que vai da ética à culinária passando por prestação de cuidados a idosos e crianças. O jornal conta que “Vandalizaram fachada de casa em S. Lázaro”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

O caso Wikileaks faz também a manchete do Macau Daily Times: O Comissariado Contra a Corrupção e também a Polícia Judiciária, em comunicado, negam a utilização ilegal do sistema de controlo das comunicações via internet. Em foco ainda Bob Arun que anuncia 28 espectáculos de boxe na China na próxima temporada.

 

“Demasiado cedo para fazer a festa” titula o Business Daily, depois da recuperação das acções dos casinos na passada segunda-feira. Em causa a possibilidade de o Executivo manter as salas de fumo nos casinos. Em destaque ainda os apoios às pequenas e médias empresas, que, no primeiro semestre, totalizaram 140,7 milhões de patacas. 

 

O Macau Post Daily puxa para grande destaque os novos aterros. O presidente da Associação de Engenheiros de Macau apoia a construção em altura na zona B dos novos aterros.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

A questão do excesso de chumbo nos canos de água é o tema central do South China Morning Post. O material que está na base desta polémica foi utilizado num hospital, em dez unidades de habitação pública e ainda em propriedades privadas. Em foco as propostas de lei da defesa aprovadas ontem no Japão: as mudanças aumentam o risco de uma guerra, escreve o jornal.

 

O China Daily destaca o acordo assinado entre a China e Banco Mundial para o estabelecimento de um fundo de 50 milhões de dólares para ajudar na redução da pobreza. Destaque ainda para a China que está contra as propostas aprovadas no Japão para reforçar o papel militar do país no cenário internacional.