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Patronato quer mais flexibilidade nas leis do trabalho
Sexta, 03/07/2015

O sector do patronato quer mais flexibilidade nas relações de trabalho. O pedido foi feito, em sede de Concertação Social, pelo vice-presidente da direcção da Associação Comercial, Vong Kok Seng.

 

“Agora, estamos numa economia que exige muita flexibilidade na operação dos serviços. Não queremos uma lei que limite muito a forma como os serviços são prestados. Por exemplo, trabalhar cinco horas e ter, depois, um descanso de 30 minutos. Este tipo de restrições limita muito a prestação de um bom serviço”, defendeu o responsável, à margem de uma reunião do Conselho Permanente de Concertação Social.

 

Vong Kok Seng dá o exemplo da saúde e dos transportes. No entanto, aponta que a flexibilização das regras tem de ser alargada para abranger todos os sectores.

 

“É preciso ser flexível. Até que ponto? Negociação livre e estabelecimento de condições de trabalho entre o empregador e o trabalhador”, indicou o vice-presidente da direcção da Associação Comercial.

 

Em resposta, o director dos Serviços para os Assuntos Laborais, Wong Chi Hong, assegura que o Governo vai assegurar os direitos dos trabalhadores. “Temos o objectivo de garantir as regalias”, afirmou.

 

“Nos feriados obrigatórios, de três dias, propomos permitir que esses dias possam ser gozados noutra ocasião. Mas, neste aspecto, quer a parte laboral como a patronal têm opiniões diferentes. Através do Conselho Permanente, vamos recolher todas as opiniões de modo a chegar a um consenso”, acrescentou Wong Chi Hong.