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BNU e Banco da China assinam protocolo
Quinta, 25/06/2015

O Banco Nacional Ultramarino (BNU) e o Banco da China assinaram um protocolo de cooperação com o objectivo de desenvolver os negócios entre empresas lusófonas e chinesas.

 

“É uma forma dos dois bancos emissores de Macau colaborarem em conjunto, no sentido de desenvolverem Macau como uma verdadeira plataforma de cooperação entre a China e os países de língua portuguesa, no domínio económico. O Banco da China aporta uma rede extensíssima dentro do território chinês. O grupo Caixa Geral de Depósitos e o BNU aportam outras valências muito importantes, nomeadamente o facto de estarmos em sete países de expressão portuguesa, com bancos de retalho, e em cinco destes países termos uma posição de liderança. Portanto, temos um posicionamento ímpar”, afirmou o presidente da comissão executiva do BNU, Pedro Cardoso, em declarações à margem da inauguração de uma obra financiada pelo banco no Consulado Geral de Portugal.

 

O responsável garante que a instituição, com 113 anos de história, está disponível para novas parcerias. “Arriscaria a dizer que, de duas em duas semanas, temos uma nova parceria e um novo apoio no âmbito da política de responsabilidade social. Neste momento, não temos, particularmente, nada em mente. Esperamos, de uma forma geral, que a sociedade civil aborde e dê ideias ao BNU. Dentro das nossas limitações e capacidades financeiras, obviamente, vamos escolher a melhor parceria possível”, explicou Pedro Cardoso.

 

O cônsul geral de Portugal em Macau, Vítor Sereno, diz que está a preparar outras parcerias, mas não especificou quais. “Tenho um levantamento feito das nossas necessidades”, revelou o diplomata.

 

O BNU é um “parceiro privilegiado” da missão portuguesa no território. No entanto, Vítor Sereno afirma que vai revelar os planos “mais concretos” quando as parcerias estiverem “negociadas”.

 

Sobre a falta de recursos humanos, o cônsul português adianta que vão ser contratados cinco funcionários. O registo civil é uma das áreas que deve ser reforçada, assegura Vítor Sereno.