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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 25/06/2015

As penas mais graves para os crimes de droga e o caso de agressão violenta que envolveu um imigrante ilegal são os temas principais da imprensa de Macau.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun coloca na primeira página o caso de um imigrante ilegal, oriundo de Jiangxi, que foi detido pela Polícia Judiciária, depois de atacar com uma faca duas pessoas. Uma das vítimas está em estado crítico.

 

O Va Kio olha para o mesmo tema. Tudo aconteceu ontem, na zona do ZAPE. O agressor foi detido. A vítima que se encontra em estado crítico é de Heilongjiang.

 

Canal chinês da Radio Macau

 

O canal chinês da Rádio Macau destaca os investimentos dos residentes de Macau – incluindo indivíduos, Governo e outras pessoas colectivas, mas excluindo o fundo de reserva cambial – em títulos emitidos por entidades não residentes independentes registaram um valor de 399,1 mil milhões de patacas, em Dezembro do ano passado. Ou seja, menos 4,1 por cento, face a Junho de 2014. A emissão desta manhã tem sido ainda marcada por uma manifestação no distrito de Jinshan, em Xangai, contra a construção de uma fábrica de produtos químicos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau titula “clube de combate”. A equipa que está à frente da revisão da lei da droga já emitiu o seu veredicto: “agravamento de penas” e “reforço do poder policial” são algumas das propostas. O jornal destaca ainda a “A câmara lenta de Robert Cahen” no Museu de Arte de Macau.

 

O Jornal Tribuna de Macau tem como grande tema as “penas mais graves para tráfico e consumo de droga”. No destaque fotográfico está o BNU que segue a “estratégia” da RAEM. O banco assinala o 113º aniversário.

 

O Ponto Final escreve que “comissão quer mão dura do Governo” no combate aos crimes de droga. O jornal faz ainda eco de um comunicado da Direcção de Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes onde se lê, em detalhe, por que razão não avançou com a recuperação de 16 terrenos não reaproveitados. “Atrasos, faltas, erros e pecados” é o título que ilustra a notícia.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily olha para o sector das indústrias criativas, ainda em fase de arranque. O jornal financeiro dá como exemplo o Macau Design Centre – uma das plataformas “emergentes”. No entanto, recebeu “apenas” sete milhões de patacas em apoios. Outra referência de primeira página do Business Daily vai para a jurisdição das águas de Macau. A questão está a ser negociada com Pequim. De acordo com um especialista da Academia Chinesa de Ciências Sociais, a ideia do Governo Central passa por fazer de Macau uma economia de turismo também relacionada com embarcações de recreio.

 

O Macau Daily Times faz manchete com a aposta sem retorno dos casinos das Filipinas nos clientes chineses. Em destaque está ainda um ataque, em Xinjiang, que matou ontem 18 pessoas.

 

O Macau Post Daily coloca em destaque a sugestão do Governo em endurecer as penas nos crimes de droga. O jornal também nota que a China e os Estados Unidos lançaram uma iniciativa conjunta para proteger os oceanos.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily aborda a “luta difícil” da polícia da China no combate ao tráfico de droga. Gangs internacionais entram de forma ilegal no país e tentam obter “grandes lucros”. O jornal oficial chinês dá ainda conta do aviso de Lau Kong-wah, sub-secretário dos Assuntos Constitucionais e do Continente de Hong Kong. “O respeito pelo Governo Central é a chave para reiniciar o debate sobre a reforma política”, diz o também antigo deputado.

 

No South China Morning Post lê-se “e depois eles desapareceram”. Uma referência aos últimos manifestantes do movimento Occupy Center que ainda resistiam em tendas, perto do Conselho Legislativo. Ontem, a zona que ocupavam foi limpa.

 

O Standard revela os problemas técnicos que estão a afectar a emissão de vistos para os Estados Unidos. Entre os “milhares” de afectados estão residentes de Hong Kong. O consulado norte-americano na região vizinha diz que está impossibilitado de imprimir aprovações de vistos e aceitar novos pedidos.