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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 05/06/2015

Os 26 anos do massacre de Tiananmen é um dos temas em destaque na imprensa portuguesa de Macau e na de Hong Kong. No território vizinho, os jornais destacam ainda o regresso à China de um adolescente que viveu durante quase uma década em Hong Kong sem documentos.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun adianta que 20 por cento das fracções em Seac Pai Van estão desocupadas. A sociedade está preocupada com o abuso do recurso da habitação pública.

 

O Va Kio dá conta da reacção de Fong Chi Keong e Chan Iek Lap à condenação de dois médicos do Hospital Kiang Wu. Os deputados consideram que a decisão foi injusta para os profissionais de saúde, porque só foram ouvidos dois consultores.

 

Canal chinês da Rádio Macau

A Ou Mun Tin Toi destaca a simulação de uma emergência relacionada com a síndrome respiratória do Médio Oriente no Hospital Conde de S. Januário. O secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, esteve, esta manhã, no hospital para assistir ao exercício. O canal chinês da Rádio Macau dá ainda conta das declarações do presidente do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau, Jackson Chang. No programa Fórum, Jackson Chang afirmou que o sector de exposições e convenções é uma indústria emergente e é preciso o apoio do Governo.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

O Clarim escreve que “Cardeal de Hong Kong volta a defender democratização do sistema político”. “Serenidade sem medo” é o grande título da primeira página. Em foco ainda Jason Chao, activista pró-democrata, que afirma não ter sido contactado pela CIA.

 

“Poeta da Liberdade” escreve o Plataforma, a propósito de uma entrevista a Sérgio Godinho. O artista português actua em Macau na próxima semana nas celebrações do 10 de Junho. Noutro destaque lê-se “Zona cinzenta no comércio livre”.

 

“O macaense antes do futuro” titula o Hoje Macau a propósito da exposição sobre portugueses de Xangai. Em foco ainda uma entrevista a Rui Furtado, presidente da Associação de Médicos de Língua Portuguesa. “Os médicos que estão no hospital não são capazes de resolver os problemas dos doentes” argumenta Rui Furtado.

 

O Jornal Tribuna de Macau adianta que “EUA ‘descartam’ lei da concorrência para a RAEM”. No relatório de 2015 sobre o ambiente de investimento na RAEM, o Departamento de Estado norte-americano minimiza a ausência de uma lei da concorrência. No destaque fotográfico a vigília por Tiananmen, ontem no Largo do Senado.

 

“Tiananmen: A morte saiu à rua num dia assim” lê-se na primeira do Ponto Final. Ontem, cerca de trezentas pessoas lembraram os fatídicos acontecimentos da Praça da Paz Celestial. Em outro destaque, o matutino escreve “Moçambique conta com uma mãozinha da China”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

O Macau Daily Times escreve “Massacre de 4 de Junho assinalado no Largo do Senado 26 anos depois”. Noutra chamada de capa lê-se que altos dirigentes de países desenvolvidos marcam presença em fórum em Macau.

 

O Governo propõe baixar a pena de prisão para casos de abuso de animais para um ano, titula o Macau Post Daily. A proposta faz parte da nova versão do diploma apresentada à 2ª Comissão. O jornal dá ainda conta do regresso à China, de forma voluntária, do jovem que viveu em Hong Kong sem documentos durante vários anos.

 

“Todos a bordo” titula o Business Daily. A ligação de comboio até Jiangmen deve estar pronta em 2018. Em foco ainda as receitas do jogo: Maio registou a primeira sequência de ganhos diários em seis meses.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post dedica parte da primeira página à vigília do 4 de Junho, no Vitoria Park. Ontem o massacre de Tiananmen foi recordado em Hong Kong por vários grupos em locais diferentes. O jornal puxa para primeira página o caso do rapaz de 12 anos que regressou à China depois de ter vivido vários anos em Hong Kong escondido.

 

O China Daily vai para os trabalhos de salvamento no rio Yangtze. Foi decidido colocar o barco em posição vertical e drenar a água para proceder a investigações. “Cônsules europeus esperam que Hong Kong adopte plano de reforma política” titula ainda o jornal.

 

O Standard conta que o adolescente que vivia em Hong Kong sem documentos regressou de forma voluntária à China. O matutino conta “135 mil velas acesas” em Vitoria Park para lembrar o massacre de Tiananmen.