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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 03/06/2015

A tragédia no rio Yangtze, os apelos dos junkets ao Governo para permitir o tabaco nas salas VIP e o novo acordo entre Macau e a Administração Nacional do Turismo da China são temas transversais na imprensa desta quarta-feira.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun aborda o caso de sete estudantes que perderam 160 mil patacas em apostas em jogos de futebol internacionais. A Polícia Judiciária já deteve o principal suspeito, que geria o negócio na internet. Trata-se de um elemento do Corpo de Bombeiros.

 

O Va Kio também coloca na primeira página este esquema, que terá durado nove meses. Outro caso de polícia está no jornal. Uma mulher de nacionalidade chinesa foi detida por suspeita de roubo, avaliado em mais de 1,3 milhões de yuan.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

O canal chinês da Rádio Macau tem centrado atenções no caso do bombeiro suspeito de exploração ilícita de jogo. Na manhã informativa, nota ainda para a presença dos administradores do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, Leong Kun Fong e Ung Sau Hong. Um dos temas abordados foi a importação ilegal de produtos alimentares. Este ano, foram detectados mais de 40 casos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau titula “língua de facto” para dar conta da primeira reunião da Subcomissão da Língua Portuguesa e Educação, de onde saiu a decisão de ser criado um acordo para facilitar o reconhecimento de graus académicos e diplomas entre a RAEM e Portugal. “Cavacada no laranjal” é outro destaque do jornal, sobre uma alegada “chamada de atenção” do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas ao consulado de Portugal em Macau, que estará a “favorecer” o Partido Socialista português.

 

O Jornal Tribuna de Macau adianta que o território “falha metas da UNESCO na literacia para adultos”. A académica Agnes Lam diz que os idosos continuam a ser a camada da sociedade que apresenta “mais problemas a este nível”. A “tragédia nas águas do Yangtze” também está na primeira página.

 

O Ponto Final entrevistou Viriato Soromenho-Marques, que apresenta o ensaio "Portugal na Queda da Europa", esta tarde, no Clube Militar. “Junkets querem recuo do Governo”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily destaca o acordo assinado entre Macau e a Administração Nacional do Turismo da China. Objectivo: apoiar a estratégia de tornar o território num centro mundial de turismo e lazer. O jornal financeiro financeiro olha ainda para a “surpresa” na “cidade do pecado”. Las Vegas recebeu mais de metade dos grandes apostadores chineses que também passaram por Macau, nos últimos 12 meses. A informação consta de um relatório da Morgan Stanley.

 

O Macau Daily Times faz manchete com a tragédia no rio Yangtze. “Barco com 456 pessoas naufragou e centenas estão desaparecidas”. Na primeira página, nota ainda para o aviso de Albano Martins sobre o limite do aumento anual do número de mesas de jogo. A medida deve ser “revista”, aponta o economista.

 

O Macau Post Daily titula “junkets instam Governo a permitir zonas para fumadores nas salas VIP”.  Outro destaque do dia vai para a demissão de Joseph Blatter da presidência da FIFA.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily escreve que “centenas continuam desaparecidas”, na sequência do naufrágio de um cruzeiro, no rio Yangtze. “Ouvia as pessoas a gritar por ajuda”, revela um dos sobreviventes ao jornal oficial chinês.

 

O South China Morning Post nota que a tragédia no Yangtze “pode ser a pior da história da China”. O Exército de Libertação do Povo Chinês lançou uma grande operação de resgate, com 180 mergulhadores. O diário explica ainda que Hong Kong procura ajuda da Organização Mundial de Saúde, numa altura em que duas pessoas infectadas com a síndrome respiratória do Médio Oriente morreram na Coreia do Sul.

 

O Standard fala numa “corrida contra o tempo”, durante as operações de busca no cruzeiro que naufragou no rio Yangtze. Os familiares dos passageiros desaparecidos passam por uma “espera agonizante”.