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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 09/03/2015

Direitos das mulheres, políticas na área do turismo e a mudança na estratégia da Sands no sector dos eventos são alguns dos temas em destaque nos jornais de Macau.  

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O Ou Mun escreve que a Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais elabora uma proposta sobre Segurança e Saúde Ocupacional. O diário diz que estão a aumentar as multas por violações nesta área. Em foco também a subida do número de mortes de trabalhadores nos estaleiros durante o ano passado.

 

O Va Kio escreve que a secretária para a Administração, Sónia Chan, esteve reunida com instituições e associações para ouvir as opiniões sobre as acções governativas futuras na área da administração e justiça. O jornal destaca ainda o Dia Aberto do Corpo de Polícia de Segurança Pública, que contou com a participação de 6200 pessoas.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

O canal chinês da Rádio Macau dá conta do encontro mantido entre Sun Chunlan, do Departamento de Trabalho da Frente Unida, com Fernando Chui Sai On e CY Leung, em Pequim. Nesta manhã informativa, em foco está ainda a revogação do secretariado da Comissão de Acompanhamento da Rede de Infra-estruturas do Sistema de Saúde, publicado em Boletim Oficial.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

O Ponto Final puxa para manchete a igualdade de direitos entre homens e mulheres e titula “Mais trabalho, outros direitos”. Em destaque ainda o Mundial de 2018: Joseph Tam, treinador da selecção de Macau, diz que “o objectivo é a qualificação para a próxima ronda”.

 

“800 reparações em prédio de habitação económica” lê-se na primeira do Jornal Tribuna de Macau. O Governo, conta o diário, garante que 90 por cento dos casos já foram resolvidos. Na habitual entrevista semanal, Leonardo Dioko, professor do Instituto de Formação Turística, defende que o “Turismo enfrenta ‘problema da integração’ regional”.

 

O Hoje Macau publica hoje uma entrevista a Paul Pun, secretário-geral da Cáritas, escrevendo em manchete “Ansiedade pelo Futuro”. Paul Pun fala do sufrágio universal, da violência doméstica e das LAG e considera que Macau tem uma “população temerosa do que pode, ou não, vir a acontecer no futuro”. Noutra chamada de capa lê-se “Serviços de Saúde: Alerta para fecundações ilegais. Macau ainda sem lei”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

“[Fernando]Chui [Sai On] quer ‘optimizar’ política de vistos individuais” titula o Macau Post Daily. O jornal conta ainda que a Las Vegas Sands pondera rever estratégia para grandes concertos em Macau, depois de, no ano passado, o concerto dos Rolling Stones não ter ajudado a atrair grandes apostadores.  

 

A mudança de estratégia da Las Vegas Sands para grandes eventos em Macau merece também chamada de capa do Business Daily. O jornal económico acrescenta que a aposta passa agora por trazer grandes nomes da China. Em manchete o matutino escreve “Casa de cartas”. O secretário para a Economia e Finanças apela às operadoras para, em vez de encorajar os trabalhadores a tirar licenças, lhes proporcionar formação.

 

“Lawrence Ho defende indústria do jogo em Pequim” lê-se na primeira do Macau Daily Times. O destaque fotográfico é entregue ao combate deste fim-de-semana na Arena do Cotai: Zou Shiming perde para Amnat Ruenroeng o título mundial da Federação Internacional de Boxe, na categoria de peso mosca.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post lembra o desastre com o avião MH370, sublinhando as conclusões de um relatório que nota que o prazo da bateria do localizador subaquático de uma das caixas negras do aparelho tinha expirado um ano antes. Destaque ainda para o objectivo da China de ter um papel mais importante na resolução de conflitos mundiais.

 

Na imagem do China Daily está o presidente chinês, Xi Jinjing, que apela “a Guangxi para estar preparada para a Rota da Seda”. Trata-se do projecto de Pequim para investir em estradas, comboios, portos e aeroportos na Ásia Central e Oriental para consolidar os laços económicos da China com o mundo. Em foco ainda o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, que diz que o Japão “não pode perder a consciência”. 

 

O Standard fala da abundância de empregos na área da tecnologia.