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Escola Portuguesa em risco de atingir capacidade máxima
Sábado, 07/03/2015

Se não forem feitas obras na Escola Portuguesa de Macau (EPM), a instituição vai perder capacidade para receber mais alunos. “Nestas instalações, poderíamos receber mais 50. Nós estamos com 555 alunos, este ano. Penso que para estas instalações, o número máximo que assegura uma qualidade da prestação do serviço educativo anda à volta dos 600”, revela o presidente da direcção da EPM, Manuel Machado.

 

O responsável considera que “se continuar a haver um afluxo desta natureza”, as actuais infra-estruturas têm capacidade de resposta “para mais um ano”. “As obras, quaisquer que sejam, terão de ser realizadas com alguma brevidade”, avisa.

 

No ano passado, o ministro português da Educação e Ciência, Nuno Crato, garantiu que vão ser feitas obras na EPM. “Neste momento, sei que o assunto está a ser equacionado, pensado, a nível do conselho de administração da Fundação Escola Portuguesa de Macau – que tem dois administradores em Macau e os restantes em Lisboa – juntamente com o Ministério da Educação”, avança Manuel Machado.

 

Na próxima segunda-feira, a EPM abre as inscrições para o próximo ano lectivo. As declarações do presidente da direcção da escola foram feitas à margem do dia aberto da instituição.

 

Até às 17h, a instituição organiza um conjunto de actividades direccionadas para a comunidade. No programa está também a inauguração de uma parede de escalada, financiada pela Direcção dos Serviços de Educação e Juventude.