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Coutinho insiste na falta de transparência em torno da FDUM
Quinta, 12/02/2015

Pereira Coutinho aproveitou hoje o período de antes da ordem do dia na Assembleia Legislativa para voltar a acusar a Universidade de Macau (UM) de falta de transparência por causa da fundação privada à qual emprestou o nome.  O deputado denuncia que os cargos públicos são utilizados “de uma forma abusiva” para “benefício de interesses privados”.

 

O deputado cita o recente relatório do Comissariado da Auditoria, que arrasou a gestão da UM, para sustentar que deve divulgar mais informações sobre a Fundação para o Desenvolvimento da Universidade de Macau (FDUM), que conta já com “fundos que ascendem os 800 milhões de patacas”. Pereira Coutinho questiona ainda quais as eventuais contrapartidas para o uso do nome.

 

“O recente relatório refere que a UM limitou-se a dar o seu consentimento à FDUM para que esta pudesse usar o nome na sua denominação, embora não existindo entre ambas qualquer relação jurídica”, aponta. "Então perguntamos quais foram as contrapartidas, porque a UM absteve-se de exercer os poderes de controlo e fiscalização sobre a fundação. Quem do Governo autorizou que o nome da UM fosse utilizado para benefícios de uma entidade totalmente privada? Vai o Governo apurar as devidas responsabilidades, por via de uma entidade independente?”, pergunta o deputado.