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FIJ: Situação da liberdade de imprensa em Macau piorou
Quarta, 28/01/2015

A situação da liberdade de imprensa em Macau piorou, segundo o relatório de 2014 da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ). “A situação da liberdade de imprensa em Macau não melhorou. Jornalistas foram detidos por motivos espúrios e dois académicos foram afastados das suas universidades. O Governo local continuou a usar a lei para barrar a entrada de jornalistas, académicos, políticos e activistas pró-democracia no território”, sustenta-se no relatório hoje citado pelo Jornal Tribuna de Macau.

 

O documento recorda o caso dos dois apresentadores da TDM que foram alegadamente alvo de acção disciplinar por terem usado roupa negras no dia de aniversário do massacre de Tiananmen, e os casos dos académicos Bill Chou e Eric Sautedé.

 

A FIJ fala igualmente da detenção de jornalistas da “Macau Concealers” interrogados pela Polícia Judiciária por, alegadamente, terem publicado o logótipo do organismo, e da proibição de jornalistas e políticos de Hong Kong de entrar em Macau durante a visita do presidente Xi Jinping.

 

Neste relatório, a FIJ acusa ainda os Serviços de Saúde de praticarem “jogos de relações públicas”, face ao envio de um funcionário para assistir a uma conferência de imprensa onde iria ser denunciado um caso de alegada negligência médica que envolvia um rapaz de onze anos.