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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 21/01/2015

A morte de um operário nas obras do City of Dreams e o abrandamento do crescimento económico da China. São temas em destaque nos jornais que se encontram hoje disponíveis nas bancas.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá grande destaque ao acidente fatal que ontem ocorreu no estaleiro do City of Dreams. O jornal escreve que no espaço de 24 horas registaram-se dois acidentes no Cotai: no segundo caso, um operário caiu quando estava a instalar um vidro no Galaxy. Foi transportado para o hospital. O jornal reproduz ainda as declarações do Gabinete para as Infra-estruturas de Transportes, que explica que já estão concluídas as bases dos pilares do metro ligeiro na Taipa.

 

O Va Kio também opta por dar espaço ao acidente no City of Dreams, que terá acontecido por causa de excesso de carga no aparelho elevatório onde se encontrava o trabalhador que morreu. O jornal explica que os Serviços para os Assuntos Laborais já ordenaram a suspensão imediata da utilização deste tipo de aparelhos.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A emissora tem estado a dar conta dos elogios de Alexis Tam ao Instituto Cultural. O secretário entende que o organismo tem feito um “trabalho excelente” em todos os aspectos, da criatividade à execução de projectos. Na manhã informativa da Ou Mun Tin Toi, em foco a situação dos reféns japoneses do Estado Islâmico. O primeiro-ministro Shinzo Abe, que se encontrava no Médio Oriente, decidiu voltar para o Japão.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau deixa um aviso de especialistas sobre a introdução do serviço 4G: “Cuidado com o que vem à rede”. Com direito a uma fotografia, uma chamada para o futebol local e o reforço do Ka I: “Novo guarda-redes chega a Macau”.

 

“Proposta de lei fixa ‘tecto’ para aumento de rendas”, escreve o Jornal Tribuna de Macau na manchete, que reserva a fotografia da capa a Alexis Tam, que ontem “deixou promessa a associações” – “Edifícios industriais para o sector social”.

 

O Ponto Final conta que há “mais uma empresa junket fora do baralho”. Chamada à primeira página para uma entrevista a um investigador que publicou esta semana um trabalho em Lisboa. Paulo Duarte diz que a “China deve repensar a sua estratégia de não-intervenção política”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Post Daily ocupa metade da capa com as declarações de Li Gang: o director do Gabinete de Ligação do Governo Central diz que “são muito poucos” os funcionários corruptos do Continente que jogaram em Macau. O resto da primeira página é ocupado com as declarações de Fong Chi Keong: o deputado disse ontem que está disposto a retratar-se das declarações que fez acerca da violência doméstica.

 

O Macau Daily Times publica uma fotografia de um militante do Estado Islâmico com dois reféns japoneses, para o título “Terror global aproxima-se”. Noutro destaque, “Ministro irlandês e novo cônsul fazem primeira visita de sempre a Macau”.

 

“Assembleia Legislativa vai monitorizar custos das grandes obras públicas”, escreve o Business Daily. Noutra chamada à capa, “Trabalhos suspensos no City of Dreams”.

 

Jornais de Hong em língua inglesa

 

O South China Morning Post reserva a manchete à China – apesar do abrandamento do crescimento económico, o país foi capaz de gerar emprego, o que tem um efeito almofada. Em destaque também as declarações de Tung Chee-hwa: o primeiro Chefe do Executivo de Hong Kong quer que os residentes da região deixem de agir como estrangeiros no país que lhes pertence.

 

O Standard tem como notícia principal da edição de hoje o facto de a economia da China ter registado o menor crescimento em 24 anos.

 

O mesmo assunto faz a manchete do China Daily, que opta, no entanto, por escrever que o produto interno bruto da China aumentou 7,4 por cento em 2014, o que faz com que tenha ultrapassado a marca dos 10 biliões pela primeira vez. O jornal também faz referência às declarações de Tung Chee-hwa. No destaque com fotografia, vê-se Xi Jinping a cumprimentar uma criança – a imagem foi captada numa aldeia de Yunnan, onde em Agosto passado um terramoto matou mais de 600 pessoas.