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Segurança:Proibição de entrada a deputada de HK seguiu a lei
Terça, 13/01/2015

A proibição de entrada em Macau à deputada pró-democracia de Hong Kong, Emily Lau, foi feita de acordo com a lei, garante o secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, que reafirmou ainda que o território não tem uma lista negra.

 

O secretário realçou também que este tipo de procedimentos nas fronteiras são normais. “A polícia de Macau não tem uma lista negra. Qualquer região ou país tem as suas políticas transfronteiriças. E tem a responsabilidade de proibir a entrada a uma pessoa e esse trabalho é feito de acordo com as diferentes leis”, afirmou.

 

A deputada do Conselho Legislativo, Emily Lau, foi barrada no dia 2 de Janeiro, apesar de alegar que vinha a Macau em lazer. Questionado sobre se outros representantes do movimento pró-democracia da região vizinha vão ser barrados também à entrada para o território, Wong Sio Chak respondeu não estar por dentro da recolha de informações em curso.

 

O secretário voltou ainda a falar do caso de um polícia suspeito de violação e abuso sexual de crianças, que remonta ao ano passado. Wong Sio Chak garante que já pediu aos departamentos da área da segurança para reforçarem os trabalhos de ética.

 

Já pedi todos os responsáveis do serviço da tutela da Segurança Pública para desenvolver melhor os trabalhos de ética junto da polícia. A polícia tem de prestar mais atenção no processo de recrutamento, nomeadamente ao foro psicológico”, indicou o secretário, no final de uma visita ao Posto Operacional Central do Corpo de Bombeiros, onde revelou também que, até ao final do ano, mais de 500 polícias de segurança e bombeiros irão aposentar-se.