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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 07/01/2015

Os jornais de Macau fazem trazem hoje temas diferentes para as primeiras páginas, que incluem uma entrevista ao secretário Alexis Tam e as previsões sobre os preços dos produtos feitas pelas empresas do mercado grossista. Em Hong Kong, os matutinos realçam que o Governo pondera regular as publicidades para a comida de bebés.

 

Jornais de Macau em língua chinesa 

 

O Ou Mun diz em manchete que as operadoras de autocarros vão apresentar novo pedido ao Governo para aumentar as taxas de serviço. Pelo menos a Transmac e a TCM apresentam como razões para o pedido o facto de terem aumentado os salários dos trabalhadores em 10 por cento e o silêncio do Executivo em relação aos mesmos pedidos feitos em 2012 e 2013.

 

O Va Kio dá conta de um ataque na noite passada. Um homem, na zona do Iao Hon, usou uma arma branca contra outro homem, acabando por feri-lo no braço. A vítima diz desconhecer o atacante, que se colocou em fuga. As autoridades acreditam que o caso pode estar relacionado com o pagamento de rendas

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Esta manhã, a Ou Mun Tin Toi também destaca um caso de polícia. A PJ deteve um homem suspeito de ter roubado uma joalharia. Em casa do suspeito foram encontrados anéis e um colar, assim como a ferramenta usada para forçar a entrada na loja. Os objectos roubados valiam no mercado cerca de 33 mil patacas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau dedica quase toda a primeira página a Alexis Tam, a propósito de uma entrevista que o novo secretário para os Assuntos Sociais e Cultura concedeu a este jornal. O título é feita com a afirmação: “na minha pasta não há lua-de-mel”. Em chamadas lê-se “Washington – bandeira de Taiwan irrita Pequim” e “Economia – Lionel Leong promete acção”.

 

O Jornal Tribuna de Macau diz no título principal “acolhimento familiar com muitas dificuldades”, em seis anos apenas três famílias receberam crianças de lares. Segundo dados do Governo, pelo me­nos 22 agregados familiares candidataram-se ao programa mas não conseguiram satisfazer todas as condições. No destaque fotográfico, o diário escreve “lojas do Parisian quase todas com dono”.

 

Na manchete do Ponto Final lê-se “Governo acrescenta passo informal à reforma política”. A Administração vizinha submeteu a Pequim um relatório sobre os protestos que ocuparam as ruas de Hong Kong até 15 de Dezembro. Apesar deles, defende, há uma “aspiração comum” ao sufrágio universal em 2017 nos moldes definidos pelo Governo Central. Noutro destaque está a Nam Yue, a empresa do mercado abastecedor assegurou ontem que os custos da venda grossista a Macau não vão ser inflacionados no próximo mês, durante as celebrações da passagem de ano lunar. Excepto se houver nevões.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Post Daily titula “preços da carne fresca vão continuar estáveis” – é a convicção dos distribuidores. A Nam Kwong e a Nam Yue não antevêm subidas nos preços nem este ano, nem no próximo mês, durante as celebrações da passagem de ano lunar.

 

O Business Daily diz em manchete que o sector das Exposições e Convenções pede a revisão da política de emissão de vistos para viajantes de negócios. Na primeira o diário económico chama a atenção para uma decisão que, entretanto, já foi tomada por uma juíza do Nevada, que permite a Steve Jacobs, ex-presidente executivo da Sands China, usar no tribunal documentos que alegadamente provam que o presidente do grupo, Sheldon Adelson, pediu “investigações secretas” sobre membros do Governo de Macau.

 

O Macau Daily Times escreve em título “não é surpreendente o encerramento de mais salas VIP”. O destaque fotográfico remete para a tragédia em Xangai, na noite do ano novo. Lê-se “China gere emoção pública, prejudicando famílias em luto”. Cada familiar só foi autorizado a ficar cinco minutos no local do incidente.  

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Em manchete, o South China Morning Post diz “foco sobre truques publicitários de comida para bebés”, isto porque o Governo de Hong Kong pondera regular as afirmações feitas nas publicidades à comida para bebé e do leite em pó. Vai lançar uma consulta pública que espera possa resultar em leis que protegem a saúde das crianças abaixo dos 3 anos. No destaque fotográfico está uma “imagem de dor”, escreve o jornal. A fotografia mostra a família de uma das vítimas do incidente em Xangai na noite de ano novo.

 

O Standard coloca a mesma notícia em destaque no interior desta edição, de que o Governo de Hong Kong quer regular as publicidades em torno da comida de bebé e do leite em pó.

 

O China Daily escreve que o Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau do Conselho de Estado e o Chefe do Executivo da antiga colónia britânica apelam para uma “expressão legal” de opiniões. O pedido chega numa altura em que o Governo de Hong Kong se prepara para lançar a última consulta pública sobre a reforma constitucional. Entretanto, o Executivo de CY Leung já submeteu ao Governo Central um relatório sobre o sentimento público vivido em Hong Kong depois dos protestos pró-democracia.