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Revista de imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 06/01/2015

Alexis Tam está em foco em todos os jornais que se publicam em Macau, depois de ontem o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura ter feito um diagnóstico negro ao estado da saúde. Na imprensa da região vizinha, o tema principal é a possibilidade de ser criado um mecanismo entre as bolsas de Hong Kong e de Shenzhen.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun dá grande destaque ao secretário para os Assuntos Sociais e Cultura. Na manchete lê-se que Alexis Tam quer num ano criar políticas para melhorar o problema das longas listas de espera no Centro Hospitalar Conde de São Januário. O jornal acrescenta ainda que o secretário promete contratar mais 529 profissionais de saúde.

 

Alexis Tam está também em foco no Va Kio, que escreve em título que o objectivo do Governo é solucionar os pedidos dos cidadãos de Macau – são palavras também do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A emissora também destaca esta manhã as palavras de Alexis Tam. A Ou Mun Tin Toi vira atenções para a promessa de que este ano vão ser melhoradas as políticas do hospital público, em particular no que respeita aos tratamentos médicos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Alexis Tam avia receita para os males da Saúde”, lê-se na capa do Jornal Tribuna de Macau, que publica uma fotografia do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura no Centro Hospitalar Conde de São Januário, onde ontem esteve. Em foco também no jornal, os números do Aeroporto Internacional de Macau: o fluxo de passageiros subiu nove por cento.

 

O Ponto Final publica a mesma fotografia na primeira página que o Jornal Tribuna de Macau, mas para o título “Lei Chin Ion com um ano para mudar serviços”. A merecer também chamada à capa, o caso Luís Amorim, que está “em tribunal a partir do dia 21”.

 

“Não há corruptos grátis”, escreve o Hoje Macau nas parangonas, acerca das salas VIP que vão fechar e da reorganização dos junkets. Noutros títulos, “secretário admite mudança de responsáveis”, a propósito da área da saúde, e “Governo da RAEM garante segurança das rotas locais”, acerca da Air Asia.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times avança que uma falha técnica não especificada força um avião da AirAsia com destino a Macau a regressar a Banguecoque – mais um incidente a envolver a companhia aérea depois do acidente fatal do passado dia 28. No destaque com fotografia, a visita de Alexis Tam ao Centro Hospitalar Conde de São Januário e a avaliação feita pelo secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, que considera que a estrutura está a ser mal gerida.

 

O Business Daily tem como assunto principal da edição de hoje as previsões dos analistas para o sector do jogo em Macau – estão divididos em relação ao que serão os resultados deste ano. Em foco também o diagnóstico feito por Alexis Tam ao estado da saúde do território.

 

“Tam dá um ano aos Serviços de Saúde para melhorarem”, escreve nas gordas o Macau Post Daily, que ocupa mais metade da capa com a descida do valor das acções na Europa, causadas pela instabilidade política na Grécia, o que motivou uma descida do euro para valores que não se registavam há já nove anos.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily dá conta dos planos do Governo Central para a integração da província de Guangdong nas duas regiões administrativas especiais – Hong Kong e Macau... O jornal oficial avança que Pequim está a considerar um programa de ligação que permita aos investidores de Hong Kong e de Shenzhen comprarem acções nas bolsas das duas cidades. Outro tema financeiro na capa do jornal: o mercado de acções na China começou o ano com uma forte subida.

 

O South China Morning Post também faz referência à ligação planeada para as bolsas de Hong Kong e de Shenzhen. Mas as gordas escrevem-se sobre um fundo que poderá ser criado em Hong Kong e que, de acordo com os conselheiros fiscais do Governo, irá ajudar os idosos.

 

O Standard puxa para a primeira página por um estudo que revela que os estudantes de Hong Kong estão fisicamente menos bem preparados do que os jovens do Continente, de Singapura e da Europa – o matutino explica que provavelmente o fenómeno se deve ao facto de não fazerem exercício e estudarem em demasia.