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Engenheiros: Guiné-Bissau à procura de cooperação com Macau
Quinta, 27/11/2014

Começou hoje em Macau o Congresso dos Engenheiros de Língua Portuguesa. É a primeira vez que o território acolhe a iniciativa. No Cotai estão representantes de vários países, entre profissionais do sector e membros de governos. Da Guiné-Bissau veio o ministro das Obras Públicas da Guiné-Bissau. José da Cruz de Almeida quer aproveitar a deslocação a Macau para uma colaboração com o território.

 

A Guiné-Bissau é um país com muitos desafios e a engenharia não foge à regra. A Ordem dos Engenheiros ainda está em processo de formação e há outras áreas em que é preciso trabalhar, destaca o ministro. “É [preciso] estruturar, de forma a capacitar o nosso pessoal, e desenvolver a área do laboratório de engenharia civil da Guiné-Bissau. Temos de promover os nossos materiais de construção – argila, lousa, granito –, para que possam ser capitalizados e assim diminuir os custos de construção”, elenca.

 

Uma cooperação com o Laboratório de Engenharia Civil de Macau seria um bom resultado desta viagem. Os congressos, explica o ministro guineense das Obras Públicas, trazem muitas vantagens para quem anda à procura de experiências.

 

Na Guiné-Bissau faltam quadros e infra-estruturas. O país tem contado com a ajuda da região onde se insere e com o apoio da China, que está cada vez mais presente. “Há várias obras no quadro de cooperação com a China, sobretudo obras de grande porte. Neste momento estamos a implementar a obra de construção do Palácio da Justiça. A primeira pedra foi lançada recentemente, é uma empresa chinesa que está a fazer a obra. Temos várias obras que foram feitas pelas empresas chinesas”, remata, dando como exemplos o Palácio do Governo, a reconstrução do Palácio da República e o Estádio Nacional 24 de Setembro.