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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (quinta-feira)
Quinta, 27/11/2014

O investimento da Companhia de Sistemas de Resíduos em camiões de recolha do lixo mais ecológicos está em destaque na imprensa de Macau em língua chinesa e portuguesa, enquanto os jornais em língua inglesa destacam a operação policial que removeu o movimento Occupy de Mong Kok.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O investimento de 50 milhões por parte da Companhia de Sistemas de Resíduos em 20 veículos ecológicos merece o maior destaque na primeira página do jornal Ou Mun. A empresa que faz a recolha do lixo tem um plano de renovação da frota até Abril de 2015. Os novos camiões têm níveis menores de emissão de gases poluentes.

 

No Va Kio, o título principal faz referência a um caso de polícia envolvendo uma mulher que burlou 30 colegas de trabalho em cerca de 5,9 milhões de patacas para gastar o dinheiro em compras.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Na Ou Mun Tin Toi, esta manhã, o maior destaque da actualidade local é dado ao investimento da Companhia de Sistemas de Resíduos em novos veículos de recolha do lixo.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Telecomunicações baratas mas pouco desenvolvidas”, lê-se no título principal do Jornal Tribuna de Macau, que destaca um relatório da União Internacional de Telecomunicações, que coloca Macau “entre as economias que têm os preços mais baixos no sector, mas “longe dos mercados mais competitivos” em termos de desenvolvimento tecnológico. Outro título destacado refere que “Companhia de Sistemas de Resíduos investe 50 milhões em veículos mais ecológicos”.

 

No Hoje Macau, o título principal diz: “Desiguais perante a lei” – trata-se de uma referência aos “acidentes de trabalho – novo regime ignora função pública”. O jornal destaca, ainda, as “dificuldades” da Companhia de Sistemas de Resíduos para recrutar trabalhadores locais”.

 

“Autocarros eléctricos não devem ser presença simbólica”, escreve o Ponto Final na manchete a propósito das declarações de Nikhil Seth, director para o desenvolvimento sustentável na ONU, que defende “um plano integrado para a adopção de veículos eléctricos em Macau”. O outro tema em grande foco nesta primeira página é a Feira de Arte, “melhor e não maior”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily dá hoje conta que a “Mtel está pronta para começar”. A empresa diz estar preparada para entrar no mercado da rede fixa e desafiar a CTM. O presidente adianta que os clientes podem já começar a subscrever os novos serviços. Em foco, os “alertas em tempos de prosperidade” – o Studio City e a segunda fase do Galaxy estão para abrir, mas a Daiwa Capital Markets alerta que a oferta não vai fazer aumentar a procura.

 

“Deputados querem seguro para profissionais de saúde”, titula o Macau Post Daily Independent. O pedido é feito pelos deputados da 3ª Comissão da Assembleia Legislativa, que analisa a proposta de lei sobre o erro médico. No destaque fotográfico está o reforço policial em Mong Kok, em Hong Kong, depois das tentativas de reocupação de Nathan Road por parte dos manifestantes pró-democracia.

 

A acção da polícia em Hong Kong faz também a manchete do Macau Daily Times. O matutino escreve: “polícia de Hong Kong limpa locais de protestos em Mong Kok, presos activistas importantes”. Os alertas do Standard Chartered também merecem chamada de primeira página: o modelo do mercado VIP e dos “junkets” está num estado de iminente quebra, diz a instituição.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

“Nathan Road limpa... Por agora”: é este o título principal do South China Morning Post, que destaca, assim, a operação policial que removeu as barricadas montadas pelos manifestantes do movimento “Occupy Central”.

 

O mesmo destaque é dado na primeira página do jornal The Standard, que acrescenta que a rua do bairro de Mong Kok voltou ao “funcionamento normal”.

 

Este é um tema que merece o destaque fotográfico na primeira página do China Daily, mas o jornal oficial chinês em língua inglesa faz a manchete com as parcerias público-privadas que, na China, “fomentam o crescimento”.