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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 20/11/2014

A intenção do Executivo de tornar obrigatório um seguro de trabalho para dias de tufão 8 e o sector do jogo são temas hoje em destaque na imprensa de Macau. Nos jornais de Hong Kong, fala-se hoje das reacções aos actos violentos dos manifestantes em frente ao Legco, em Tamar. São várias as vozes a condenar a atitude dos manifestantes.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O jornal Ou Mun dedica a primeira página aos 105 restaurantes que foram multados por abusos nos preços praticados. Os dados são dos Serviços de Turismo e dizem respeito ao período entre Janeiro e Outubro.

 

O Va Kio puxa para manchete as intenções do Governo de tornar obrigatório o seguro para os trabalhadores que tenham de deslocar-se para o emprego nos dias em que está içado o sinal de tufão igual ou superior a 8.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

A Ou Mun Tin Toi continua a centrar as atenções na proposta de lei de alteração ao regime de reparação dos danos emergentes de acidentes de trabalho e doenças profissionais, que já recebeu luz verde do Conselho Executivo. O Governo quer tornar obrigatório o seguro para os trabalhadores que têm de trabalhar com sinal de tufão 8. 

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

“O pior dos piores” titula o Hoje Macau. De todos os projectos públicos em construção, escreve o matutino, o metro ligeiro foi considerado pela 2ª Comissão Permanente da Assembleia Legislativa o que está em “pior situação”. Ainda na primeira do matutino destaque para uma reportagem sobre as indústrias criativas – “Evoluir para sair”, lê-se em chamada de capa.

 

“Grandes grupos de ‘junkets’ estão em Macau para ‘ficar’” escreve o Jornal Tribuna de Macau. Na opinião de Grant Govertsen, analista da Union Gaming Research de Macau, os grandes promotores do jogo não vão fechar portas e estão no território para “ficar”. Noutro destaque o matutino adianta “Seguro obrigatório com tufão de sinal 8”.

 

Ao Ponto Final, Ophelia Tang, directora da Biblioteca Central, afirma que “Há muito mais trabalho, mas o número de funcionários é igual a 1999.” Ophelia Tang admite a dificuldade em concretizar a expansão da rede de bibliotecas sem a mão-de-obra necessária. O jornal escreve ainda na capa “MASTV entre os concorrentes à rede 4G”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

A manchete do Macau Daily Times é hoje dedicada ao sector do jogo. “Analistas estimam recuperação [do jogo] no terceiro trimestre do próximo ano”. O jornal dá ainda conta das previsões da Citi que estima uma queda nas receitas de 20 por cento em Novembro. Em foco também Manny Pacquiao, que já na cidade para mais uma luta. 

 

O Business Daily titula “fora da marca” – a propósito dos impostos do jogo a arrecadar pelo Governo no próximo ano. Francis Tam, secretário para a Economia e Finanças, falou de 115 mil milhões, mas o jornal faz as contas e diz que podem atingir os 130 mil milhões de patacas. O jornal adianta ainda “visitantes gastam mais no terceiro trimestre”.

 

“Governo aceita seis propostas para quatro licenças de 4G” lê-se na primeira do Macau Post Daily. No destaque fotográfico o presidente chinês, Xi Jinping, a cumprimentar o primeiro ministro da Nova Zelândia, ontem, à chegada ao país para uma visita de dois dias.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

“Homens mascarados ‘enganam’ manifestantes” lê-se na manchete do South China Morning Post. Os membros do movimento Occupy Central negam envolvimento no que aconteceu junto ao edifício do Conselho Legislativo, em Tamar, e condenam os actos violentos. O jornal dá ainda da luta nacional contra o consumo e tráfico de droga – a província de Guangdong é o maior mercado de drogas ilícitas e tem a maior comunidade de adictos.

 

O China Daily fala das condenações aos ataques ao Conselho Legislativo de Hong Kong. O matutino escreve ainda que Pequim está preparado para cooperação com outros países em questões de segurança na internet.

 

O Standard, hoje de novo com uma primeira página dedicada a publicidade, dá atenção às palavras de condenação ao que aconteceu junto ao edifício do Legco.