Em destaque

19 de Fevereiro 2019: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.16 patacas e 1.12 dólares norte-americanos.

Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 04/11/2014

A previsão do secretário Francis Tam de um abrandamento superior a 20 por cento nas receitas do jogo referentes a Outubro é um dos temas em destaque nos jornais de Macau, a par da decisão do Governo de cessar o contrato com a companhia que gere os táxis amarelos. Em Hong Kong, os matutinos fazem manchete com diferentes temas, desde o movimento Occupy à correia ao yen no Japão.  

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio destaca os números avançados pelo secretário para a Economia e Finanças sobre o jogo. Francis Tam estima que em Outubro as receitas dos casinos tiveram um abrandamento de mais de 20 por cento. O jornal realça que, ainda assim, o Governo não está preocupado.

 

O jornal Ou Mun também coloca em foco as declarações de Francis Tam sobre os resultados do jogo, mas realça a parte em que o secretário garante que o Governo “vai ser mais cuidadoso com as despesas administrativas”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Esta manhã, a Ou Mun Tin Toi também diz que Francis Tam promete maior cautela com o orçamento, em particular com as despesas administrativas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve, em manchete: “fim dos táxis amarelos motiva críticas cerradas à gestão da DSAT”. Ainda na primeira, referência a uma entrevista a Howard Stribbell, director da Escola Internacional de Macau, que considera que “Macau seria óptimo destino para colégios internos”. Ainda noutro título do JTM lê-se que “bazar de caridade vale 30 por cento do orçamento da Caritas”.

 

O Ponto Final titula: “táxis amarelos fora da estrada”. Na primeira, o jornal revela ainda as “dificuldades financeiras” da Fundação Stanley Ho. Os activos da fundação estão impedidos após a falência do Hospital Particular de Lisboa, arrendatário de dois imóveis da entidade que corre também o risco de perder o estatuto de utilidade pública em Portugal.  

 

“Via negra” é a manchete escolhida pelo Hoje Macau, sobre o “fim da linha” para os táxis amarelos. O Governo anunciou no fim-de-semana a cessação do contrato com a Vang Iek devido à falta de consenso sobre as taxas adicionais. Em chamadas de primeira, o matutino escreve: “Consumo – contas às compras” e “Melco Crown – crime e castigo”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily faz manchete com o regime especial do valor das terras na Ilha da Montanha. O chamado Parque de Cooperação Industrial Macau-Guangdong “não vai ficar sujeito à flutuação e à especulação dos terrenos” e os investidores de Macau, já aprovados, vão ocupar 4,5 quilómetros. O diário económico dá ainda destaque ao fim das operações da empresa de táxis amarelos: “futuro negro para táxis amarelos”.

 

A manchete do Macau Post remete para as receitas do jogo e para as declarações de Francis Tam. O secretário para a Economia e Finanças revela que as receitas brutas do jogo em Outubro caíram mais de 20 por cento.

 

O Macau Daily Times faz o título principal com a mesma notícia, escreve: “receitas do jogo podem ter caído 23 por cento em Outubro”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

A manchete do South China Morning Post diz que “o lançamento do iphone 6 fez as vendas a retalho crescerem 4,8 por cento”. No destaque fotográfico está o banqueiro britânico que viu um tribunal de Hong Kong acusá-lo de assassinato. Rurik Caton Jutting, de 29 anos, é suspeito de duplo homicídio.

 

O título principal do China Daily coloca em grande plano as palavras da secretária-chefe de Hong Kong. Carrie Lam avisa que o Governo não vai permitir que o movimento Occupy “se arraste”. Uma petição contra a ocupação de estradas junta j´á um milhão e 83 mil assinaturas. Noutro título, o jornal oficial chinês diz que está tudo pronto em Pequim para a reunião da Cooperação Económica Ásia Pacífico (APEC).

 

O The Standard titula “ânsia por yen” – a moeda japonesa atingiu ontem o valor mais baixo em sete anos face ao dólar norte-americano, o que provocou uma correria às casas de câmbio.