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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 23/05/2014

Um atropelamento a envolver mais um autocarro público está em destaque nos jornais publicados hoje em Macau, assim como o plano de comparticipação pecuniária, que leva os cheques até aos residentes a partir de 2 de Julho. Em Hong Kong, os diários dão grande destaque a mais um atentado em Xinjiang.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio diz, em manchete, que “homem foi atropelado numa passadeira luminosa na Rua de Francisco Xavier Pereira e sofreu ferimentos na cabeça”. O homem terá ignorado o sinal vermelho para peões e atravessado a passadeira, tendo alegadamente sido essa a causa do acidente.  Honras de primeira página neste diário também para o plano de comparticipação pecuniária. O título refere que os “cheques começam a ser distribuídos a partir de Julho”. Há ainda a informação adicional de que são “650 mil residentes beneficiários” este ano e que o “Governo vai gastar mais de 5 mil e 600 milhões de patacas”.

 

O Ou Mun dedica hoje toda a primeira página à publicidade. No interior, em foco também a notícia do atropelamento na Rua Francisco Xavier Pereira, que causou ferimentos na cabeça ao transeunte. Também este jornal, escreve que o homem atravessou a passadeira sem obedecer aos semáforos. Outro título é feito com a reacção a mais este atropelamento: “Associação Geral das Mulheres pede às autoridades para aumentarem as instalações de segurança rodoviária”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi diz que se realizou, pelas 11 horas, um simulacro de salvamento e incêndio em acidente de viação, no tabuleiro inferior da Ponte de Sai Van. Os colegas da Ou Mun Tin Toi lembram ainda que continua esta manhã o julgamento de Raymond Tam, o ex-presidente do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Clarim a diz “convosco caminhamos!”, a propósito da notícia de que “Macau vai rezar pelos católicos da China”. Ainda na primeira do semanário está Sales Marques que afirma que a crise russo-ucraniana “não será a terceira guerra mundial”. O Clarim refere também que Edmund Ho “pode beneficiar do regime de garantia”.  

 

Na primeira do Hoje Macau está em grande plano o presidente da Associação Nova Juventude Chinesa. Alvis Lo, em entrevista ao jornal, afirma que “é preciso abrir as mentes” e aponta o dedo ao “comodismo entre os jovens”. Uma chamada de primeira página escreve “violência volta a Xinjiang e faz 31 mortos”.

 

O Ponto Final diz em manchete que o “CCAC vai poder investigar funcionários e organizações de fora de Macau” - o Conselho Executivo apresentou ontem uma proposta de lei para alargamento das competências do organismo. Sobre a despesa pública, o diário destaca o “outsourcing” e as “obras” que “crescem tanto como o PIB”.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve “prepara-se novo colóquio sobre identidade macaense”. Um colóquio, que incida sobre a identidade das gerações macaenses mais jovens, está a ser estudado pela Associação dos Macaenses que o pretende organizar, até ao final do ano. Honras de primeira página para Conceição Júnior que propõe “instituto para os museus”.  

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

A manchete do Business Daily é “chuva de cheques”, acerca do aumento no número de beneficiários do plano de comparticipação pecuniária do Governo. O diário económico ressalva que, de alguma maneira, o Executivo contou 650 mil beneficiários. O Business Daily diz ainda que a agência de notação financeira Fitch decidiu manter o rating AA- para Macau.

 

O Macau Post Daily também coloca em grande destaque o apoio pecuniário, com o título: “cheques distribuídos a partir de 2 de Julho”. Com os mais de 652 mil benefeciários, o Governo vai gastar no total 5 mil e 650 milhões de patacas. O matutino escreve ainda que um “transeunte ficou ferido no segundo acidente com autocarros públicos esta semana”.

 

“Explosões numa rua movimentada de Xinjiang matam 31 pessoas” diz, em manchete, o Macau Daily Times. Noutro título de primeira, o diário escreve também que o presidente da Las Vegas Sands, Michael Leven, vai reformar-se no final do ano.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O título principal do China Daily diz “luta contra o terror deve ser intensificada”, na sequência de um ataque com bombas num mercado do Urumqi. O matutino acrescenta que o ataque de ontem na capital de Xinjiang foi o segundo em menos de um mês. O balanço é bastante trágico: 31 mortos e 94 feridos.

 

Para manchete, o South China Morning Post puxa a actualidade informativa da Tailândia, lê-se: “golpe militar sem derramamento de sangue”. O exército dissolveu, ontem, o Governo e suspendeu a constituição. Os Estados Unidos já reagiram, sublinha o jornal as declarações do secretário de Estado, John Kerry, que fala em “impactos negativos nas relações” entre os países. O jornal publica também fotografias do atentado terrorista num mercado na região de Xinjiang, que matou trinta e uma pessoas.

 

Nesta edição de fim-de-semana, o The Standard destaca, no interior, a Tailândia. O título é “condenado golpe militar”. O diário acrescenta que a “constituição foi suspensa” e “imposto o recolher obrigatório”.