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Negócio do comércio a retalho sobe 15% em termos anuais
Quinta, 22/05/2014

O volume de negócios do comércio a retalho aumentou, no primeiro trimestre, 15 por cento, em termos anuais, para mais de 18 mil e 300 milhões de patacas. Dados dos Serviços de Estatística e Censos, divulgados esta manhã, mostram que o sector dos relógios e joalharia continua em destaque, mas as maiores subidas do valor das vendas ocorreram noutros tipos de produtos, como electrodomésticos e mercadorias de supermercados.

 

A maior fatia dos negócios é a da área dos relógios e joalharia: mais de 5 mil e 300 milhões de patacas, o que representa um aumento de 15 por cento, em relação ao primeiro trimestre do ano passado. No entanto, os aumentos mais significativos no valor das vendas registaram-se nos sectores dos electrodomésticos – uma subida de 47 por cento – e nas mercadorias de supermercados, que subiram 25 por cento.

 

Em termos gerais, e depois de eliminados os factores que influenciam os preços, o volume de vendas do comércio a retalho subiu 18 por cento, entre Janeiro e Março, relativamente ao mesmo período do ano passado. Mas, se o volume de negócios do comércio a retalho subiu, em termos anuais, o caso muda de figura em relação ao trimestre anterior: uma quebra de 29 milhões, em comparação com o período de Outubro a Dezembro.

 

Os dados oficiais divulgados esta quinta-feira mostram, ainda, que 30 por cento dos responsáveis por estabelecimentos de comércio a retalho estão optimistas em relação ao segundo trimestre e prevêem aumentos no volume de vendas. Outros 42 por cento esperam que a situação vivida de Janeiro a Março se mantenha nos três meses seguintes, enquanto os restantes 28 por cento estão mais pessimistas e apontam para uma quebra, no volume de vendas, entre Abril e Junho.