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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 15/05/2014

Na imprensa chinesa de Macau, hoje, o tema em comum é o acidente mortal em Coloane. Os jornais de Hong Kong abordam, nas primeiras páginas, os protestos no Vietname contra chineses e os alertas emitidos já pelas autoridades de Pequim e da RAEK.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

O jornal Ou Mun, hoje com as duas primeiras páginas dedicadas a publicidade, dá destaque, no interior, ao acidente mortal ontem em Coloane. Um carro chocou contra um carro de reboque que estava estacionado. O condutor do carro que embateu morreu.

 

O acidente mortal em Coloane é o tema em foco na primeira página do Va Kio. O jornal conta ainda que a Polícia Judiciária deteve três pessoas por tráfico de droga.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

Na Ou Mun Tin Toi as atenções centra-se esta manhã na actualidade internacional. O Canal Chinês da Rádio Macau conta que o novo balanço da explosão de uma mina de carvão na Turquia aponta para 274 mortos. O acidente levou já a muitas manifestações contra o governo turco.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

O Ponto Final escreve hoje na primeira página que “funcionários dos casinos dão sinais de cansaço extremo”. O jornal adianta que “quase quatro em cada dez trabalhadores dos casinos têm vontade de se despedir” e entre os motivos está a exaustão física e emocional, diz um estudo. Noutra chamada de capa lê-se “pró-democratas boicotam alegados jornalistas da China”: membros da Associação Novo Macau acreditam que há pessoas ligadas ao Partido Comunista que simulam entrevistas para obter informação.

 

“A liberdade já passa por aqui”, escreve o Hoje Macau, em letras pintadas com as cores da bandeira portuguesa. O jornal diz que os homossexuais portugueses podem casar em Macau. Hoje Jason Chao e a Associação Arco-Íris entregam petição no consulado de Portugal para que o casamento entre homossexuais, mas, diz o jornal, “isso já é possível”. Ainda em foco Gabriel Tong que comenta críticas da Associação de Advogados sobre o ensino do Direito.

 

Na primeira do Jornal Tribuna de Macau (JTM) em foco a derrota do Benfica, na final da Liga Europa. “Doloroso” escreve o matutino letras negras. Noutro grande destaque lê-se “RAEM tem segundo maior excedente orçamental em 214 países do mundo”. O JTM diz que só o Kuwait ultrapassa Macau em percentagem do Produto Interno Bruto. O jornal puxa ainda para a primeira página o facto das reuniões entre Portugal e China passarem a ser anuais.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

“Jackpot na saúde”, escreve o Business Daily em manchete. Em causa os mais de mil e 200 milhões de patacas que o Governo deu já ao Hospital Kiang Wu, desde 2011. Noutro destaque, “transparência precisa-se” – isto a propósito da visita de representantes da União Europeia ao território, com a missão de tentar convencer o Executivo a melhorar os critérios de transparência fiscal.

 

O Macau Post Daily dá hoje conta dos resultados de um estudo sobre a família: “Jantar em conjunto é a actividade ‘mais desejada’.” Na primeira página, o jornal destaca também a forma um movimento estudantil, na Rússia, propõe que as crianças passem a decorar o alfabeto: “‘C’ de Crimeia, ‘P’ de Putin – a nova forma de aprender o ABC russo.”

 

O grande destaque do Macau Daily Times vai para a Turquia e o violento protesto na cidade onde morreram 238 mineiros. O jornal publica uma grande imagem de um mineiro em lágrimas. Em manchete o jornal conta que executivos de topo do sector do jogo no Japão pedem uma lei que regularize os casinos.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

O South China Morning Post diz, em manchete, “fábricas chinesas destruídas por manifestantes”, no Vietname. Pequim e Hong Kong já alertaram residentes para evitarem viajar para o Vietname depois destes protestos. O jornal puxa ainda para a primeira página a Feira de Arte Basel que arranca hoje com mais de cem eventos.

 

O China Daily puxa para grande destaque a visita do líder do Exército de Libertação do Povo Chinês, Fang Fenghui, ao porta-aviões americano USS Ronald Regan. Também em foco o secretário para a educação de Hong Kong, Eddie Ng, que está contra o facto de estudantes se juntarem aos protestos “Ocupar Central”.

 

O Standard, no interior, dá também destaque aos protestos no Vietname contra fábricas chinesas e os alertas de Hong Kong aos residentes.