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ZEE: Macau e Nansha como exemplos para países lusófonos
Segunda, 05/05/2014

O desenvolvimento de Zonas Económicas Especiais (ZEE) nos países de língua portuguesa está em foco, em mais um colóquio do Fórum Macau. A iniciativa arrancou hoje e prolonga-se até ao próximo dia 18.

 

De Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste chegam 28 participantes. “Podem conhecer mais sobre Macau e também Nansha. Através das explicações dos especialistas e de intercâmbios, acho que os participantes podem conhecer mais e inspirarem-se para quando forem para os seus países”, defende o secretário-geral do Fórum Macau, Chang Hexi.

 

O responsável explica que o colóquio corresponde à estratégia de cooperação de Pequim para os países de língua portuguesa. Mas alerta para a dificuldade de construção das ZEE, que devem resultar de um esforço conjunto.

 

“Em termos das políticas dos países, há o objectivo de construir Zonas Especiais Económicas. Mas esse é um trabalho muito complicado. Deve ter a participação das empresas e o apoio do Governo”, indica Chang Hexi.

 

A Universidade de Macau é parceira do colóquio e vai organizar palestras. Mas os participantes têm também na agenda uma visita à Zona Económica de Desenvolvimento de Nansha, na província de Guangdong.

 

Esta viagem pode promover contactos comerciais, admite Chang Hexi. O colóquio sobre ZEE é a segunda iniciativa na área da formação que o Fórum Macau organiza este ano.