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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 21/03/2014

A imprensa local destaca um estudo que conclui que um terço dos residentes não se interessa pelo programa de formação contínua. Os jornais também continuam a acompanhar os desenvolvimentos nas buscas pelo avião das linhas aéreas da Malásia.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

Jornal Ou Mun reserva hoje as primeiras três páginas à publicidade. No interior, entre as notícias em destaque, está um caso de fogo posto ocorrido no Porto Interior, que levou à detenção da proprietária de uma empresa de reciclagem. O diário também anuncia que há agora uma aplicação para telemóveis que permite aos cidadãos da província de Guangdong requerer pela internet o visto individual para entrar em Macau e em Hong Kong.

 

Va Kio traz para a primeira página três casos de polícia: o caso da proprietária de uma empresa de reciclagem que foi detida por suspeita de fogo posto. O caso de um junket que desfalcou a empresa em 3 milhões patacas e depois perdeu todo o dinheiro num outro casino. E ainda o caso de dois homens que foram detidos por alegado envolvimento de uso ilegal de cartões Union Pay.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Ou Mun Tin Toi tem estado a noticiar, esta manhã, que, em Janeiro de 2014, os novos empréstimos hipotecários para habitação aprovados, pelos bancos de Macau, aumentaram em 45,2 por cento, atingindo os 4 mil e 400 milhões de patacas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Ponto Final escreve em manchete “estudantes de Macau contra pacto comercial” – cerca de duas dezenas de jovens de Macau participam nos protestos no parlamento de Taipé. Dizem que não querem que Taiwan fique igual a Macau. Noutro título, o jornal pergunta “quanto custa reconstruir o edifício Sin Fong?” e responde: 270 milhões de patacas, que é o dobro do orçamento previsto inicialmente.  

 

“À sua sorte”, é a manchete escolhida pelo Hoje Macau, fazendo referência a uma reportagem sobre o abandono infantil. O jogo, o álcool e a violência doméstica são alguns dos factores que levam os pais a abandonar os seus filhos ou os filhos a serem retirados aos pais. Em algumas das chamadas de primeira página lê-se “imobiliárias vs Governo – polémico conflito ainda por resolver” e “estudantes não querem estudar”.

 

Jornal Tribuna de Macau escreve em letras grandes que “um terço dos jovens não aposta na formação contínua”, sendo que a “maioria alega falta de tempo para participar em cursos”. “Comerciantes fazem contas à vida” é outro título do JTM que remete para uma reportagem sobre a “azáfama dos negócios” que “perdeu força em San Kio”. O diário dá ainda conta de “agentes imobiliários no desemprego” e da “imprensa da RAEHK em ambiente de cerco”.

 

O Clarim revela qual é a “receita de Mak Soi Kun”. O deputado acredita que a Ilha da Montanha pode resolver os problemas de Macau no que toca à habitação, inflação, equipamentos sociais, comércio, mão-de-obra, construção e países de língua portuguesa. Ainda na primeira, lê-se “reforço da cooperação com as escolas”: “projecto Be Cool diz não às drogas”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

“Um terço diz não ter tempo para mais educação”, é a manchete do Macau Post, que cita os resultados de um estudo. Um terço dos inquiridos, entre os 15 e os 45 anos, afirma nunca ter participado no programa de formação contínua e nem estar a pensar fazê-lo no futuro. O programa de formação contínua do Governo oferece seis mil patacas aos residentes para encorajá-los a investir mais na educação. Noutro destaque de primeira página, o Post conta que um adolescente subiu até ao topo do World Trade Center em Nova Iorque – o emblemático edifício que está a ser construído onde antes ficavam as Torres Gémeas. De noite, o jovem de 16 anos conseguiu passar despercebido pelos seguranças e chegar à antena do edifício.

 

Business Daily pergunta “quem está a fazer as contas?”. O diário económico alerta para o facto de ser cada vez mais difícil contratar em Macau auditores e contabilistas em Macau. A falta de profissionais com experiência está a ser “uma dor de cabeça” para as associações da área. Noutro título do Business Daily lê-se “um tecto sobre a cabeça”, a propósito da possibilidade de ser iniciada uma consulta pública no próximo mês para o Governo perceber as necessidades de habitação dos residentes.

 

Macau Daily Times escreve que “aviões falharam em encontrar possíveis destroços” do boeing da Malasia Airlines “detectados por satélite”. Noutra chamada de primeira, o jornal realça a afirmação de uma académico de que a “violência doméstica devia ser considerada um problema social”. O Times dá ainda conta que um “grupo local de graffiti pinta o mural do Centro Cultural”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

South China Morning Post escreve “primeira ‘pista credível’ sobre destino do avião perdido”, a propósito das buscas por possíveis destroços, detectados por imagens de satélite. As fotografias mostram possíveis objectos no Oceano Índico, a 2,260 quilómetros da Austrália. Já o título da coluna diz que “Canadá afirma que a porta continua aberta a emigrantes chineses”, apesar do novo esquema de vistos, que implica o dobro do investimento mínimo e critérios mais rígidos.  

 

O mesmo tema tem honras de primeira página no China Daily, com o título “manifestado desespero por causa das buscas pelo avião”. As famílias sentem a esperança de serem encontrados sobreviventes a desvanecer e o presidente da China promete “todos os esforços” para se encontrar o avião da Malasia Airlines desparecido desde o dia 8 de Março. O jornal sublinha que o desespero dos familiares dos passageiros cresceu depois da Austrália ter detectado por satélite possíveis destroços do boeing no Oceano Índico.

 

Standard sai numa edição especial de fim-de-semana. Só na página seis encontrámos as notícias principais, estando em grande plano também os possíveis objectos detectados no Oceano Índico. O matutino realça ainda que “continua a tortura” para os familiares dos passageiros.