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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 07/03/2014

As ideias deixadas por Zhang Dejiang aos delegados de Macau e de Hong Kong à Assembleia Popular Nacional estão em grande destaque nos jornais que se publicam esta sexta-feira. Referência ainda à saúde: é o tema desta manhã no canal chinês da Rádio Macau e é assunto abordado, em diferentes perspectivas, por diários locais.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

Os dois principais matutinos – o Ou Mun e o Va Kio – continuam hoje a dedicar as edições aos trabalhos que decorrem em Pequim: desta feita, à reunião que ontem aconteceu entre os delegados de Macau à Assembleia Popular Nacional e Zhang Dejiang, o responsável máximo pelo comité permanente do órgão legislativo da China. O Ou Mun opta por uma manchete sobre os três desejos de Zhang Dejiang para Macau. Já o Va Kio escreve no título principal uma ideia deixada que tem os jovens como destinatários: o dirigente chinês defende que a geração mais nova deve experimentar evoluir profissionalmente no Continente e nos países de língua portuguesa.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A emissora tem estado esta manhã a falar de saúde e dos problemas no hospital público. Em resposta a críticas deixadas pelos ouvintes da Ou Mun Tin Toi, os Serviços de Saúde dizem estar a implementar um novo sistema de triagem para agilizar o atendimento nas urgências, mas ressalvam que os pacientes têm de perceber que os casos mais graves devem ser atendidos em primeiro lugar.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Que médicos temos?”, pergunta o Hoje Macau no título principal da edição desta sexta-feira, acerca do modelo de internato utilizado desde 2011, mas que “não consta da lei, em vigor desde 1999”. Outro destaque: “Governo vai começar a distribuir em Abril”, ao devolver aos residentes 60 por cento do imposto profissional pago em 2012.

 

“Líder da Assembleia Popular Nacional quer reforço das relações com países lusófonos”, lê-se na manchete do Jornal Tribuna de Macau, que publica uma fotografia de automóveis na primeira página, para o título: “Cartas especiais vão ser reguladas”.

 

O Ponto Final dá destaque ao erro médico: “Advogados querem independência nos tribunais. O jornal publica ainda na capa uma citação do Instituto de Acção Social sobre a violência doméstica.

 

Sexta-feira é dia de O Clarim, que escreve esta semana nas gordas “Chiang Mai quer modelo de Macau e Hong Kong”. Com direito a fotografia, a chamada para um “fenómeno global”: “Cristãos perseguidos”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

“Singapura a ultrapassar Tóquio como centro asiático de milionários”, escreve hoje em manchete o Macau Daily Times. O jornal refere que a cidade-Estado deve ultrapassar a capital japonesa em 2023. Noutro destaque lê-se que uma escola de Zhuhai disponibiliza serviços para que os alunos com menos disponibilidade financeira possam estudar no estrangeiro.

 

Sobre as reuniões em Pequim, o Macau Post Daily conta que o presidente do comité permanente da Assembleia Popular Nacional alertou Hong Kong “para não aceitar um modelo de votação estrangeiro”. Já das ideias transmitidas por Zhang Dejiang aos delegados de Macau, o matutino realça o aviso de que a região “tem de estar preparada para enfrentar adversidades”.

 

“Sê confiante”, é a mensagem de Pequim para Macau que o Business Daily puxa para manchete: a região tem de ter mais confiança nela própria e deixar de se comparar com outros locais, defende Zhang Dejiang. No diário económico, está ainda em foco a Sociedade de Jogos de Macau, que “contrata o homem de preto”: o estilista Karl Lagerfeld vai emprestar o nome e o talento a um dos hotéis do empreendimento da operadora no Cotai.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Na edição local do China Daily, olhos postos em Pequim, onde decorrem as sessões anuais da Assembleia Popular Nacional e da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês. Dois títulos a reter da capa da edição de hoje: “Necessária tecnologia para melhorar o ar” e “Reforma é a chave para resolver os problemas, diz o primeiro-ministro”.

 

Já o South China Morning Post escreve em manchete que o Governo Central está preocupado com os visitantes do Continente em Hong Kong – e com a capacidade que o território tem para receber um tão grande número de turistas. A fotolegenda da primeira página remete o leitor para uma série de reportagens sobre a situação na Ucrânia.

 

Por fim, o Standard, que reproduz uma das ideias deixadas por Zhang Dejiang: o presidente do comité permanente da Assembleia Popular Nacional entende que Hong Kong deve ter cuidado para evitar “a ratoeira da democracia ocidental”, que poderá conduzir “ao caos”.