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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quarta-feira)
Quarta, 05/03/2014

As intenções de Chui Sai On em relação à continuidade no Governo, os trabalhos em Pequim e as declarações de ontem na Assembleia Legislativa são alguns dos temas que fazem parte das manchetes dos jornais de Macau. Em Hong Kong, analisam-se as declarações de Zhang Dejiang acerca das eleições de 2017 para o Chefe do Executivo.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

Os dois principais matutinos focam os mesmos temas: tanto o Ou Mun, como o Va Kio dão grande destaque às declarações de Chui Sai On. Em resposta aos jornalistas, antes de partir para Pequim, o Chefe do Executivo disse que tem vontade de continuar no cargo, para um segundo mandato à frente do Governo de Macau. Os jornais também reservam espaço na primeira página para os trabalhos da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês que estão a decorrer na capital chinesa.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar voz a Li Keqiang. No relatório do primeiro-ministro na abertura da Assembleia Popular Nacional, referências a Hong Kong, Macau e Taiwan – o chefe de Governo quer estar mais perto de Taipé. Li Keqiang defendeu também uma maior cooperação com as duas regiões administrativas especiais.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Ponto Final conta, acerca dos aterros, que “delegados pedem mais espaço a Pequim”. Outro assunto a merecer destaque na capa: “Chui Sai On prepara novo mandato”.

 

No Hoje Macau, um enorme ponto de interrogação, para a manchete “Uma questão de interpelações”: “Enviar as interpelações para o hemiciclo ao mesmo tempo que para os meios de comunicação social não é boa prática”, diz a Assembleia Legislativa. Chamada também à primeira página para uma entrevista a Alejandro Salcedo: “Como dirigir uma escola sem livros, exames e trabalhos de casa”.

 

“Já há interessados no lugar da Reolian”, avança hoje o Jornal Tribuna de Macau, com base nas garantias dadas pelos Serviços para os Assuntos de Tráfego, que dizem que “a opção é encontrar uma operadora nova”. Com direito a fotografia, dois temas: “Esgoto empurrado para Instituto de Habitação” e “Presidência da AL ‘puxa orelhas’ a deputados”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times dá conta da transferência da primeira faculdade da Universidade de Macau para o campus da Ilha da Montanha. Já no destaque com imagem lê-se “Macau em miniatura”: o jornal divulga o trabalho de um artista que faz miniaturas a partir de uma técnica fotográfica.

 

No Business Daily o título principal é “Chui diz que quer recandidatar-se”. Antes de partir para Pequim, o Chefe do Executivo revelou que deseja cumprir mais cinco anos no cargo. Noutro destaque de primeira página, o diário económico escreve que “vírus mortal H7N9 chega às fronteiras da cidade”: o matutino sublinha que, mesmo assim, continua a importação de aves vivas para Macau.

 

O Macau Post Daily também opta por dar espaço ao Chefe do Executivo, com o título “Chui anuncia que vai recandidatar-se”. Ao lado, a fotografia do Presidente chinês – “Xi pede oposição a afirmações ou acções que prejudiquem a unidade étnica”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

Na edição local do China Daily, a manchete faz-se com as reuniões magnas que acontecem em Pequim e com as declarações da porta-voz da Assembleia Popular Nacional. Fu Ying defende que só é possível manter a paz com investimento na defesa. Outra mensagem que chega da capital e que faz título na primeira página do jornal oficial: “Pequim está a ser sincero na implementação do sufrágio universal em Hong Kong”. Quem o diz é Zhang Dejiang, o presidente do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional.

 

O South China Morning Post também puxa pelas declarações de Zhang Dejiang, mas noutra perspectiva, ao escrever que está afastada a possibilidade de serem feitas pela população nomeações de candidatos para a eleição do Chefe do Executivo de Hong Kong em 2017. Referência ainda à situação na Crimeia: “Putin reserva-se o direito de usar a força”.

 

No Standard, em foco as acusações do filho do magnata Lee Shau-kee. Peter Lee diz que a Universidade de Hong Kong publica sondagens com resultados duvidosos em tempos críticos – em causa, estudos que são desfavoráveis ao campo pró-Pequim.