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FAOM insatisfeita com proposta de salário mínimo
Segunda, 24/02/2014

A Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM) está contra a proposta de salário mínimo apresentada pelo Governo na passada sexta-feira. No Conselho Permanente de Concertação Social, foi fixado um montante de 28 patacas por hora para quem exerce funções de segurança e limpeza de condomínios, mas, hoje, depois de um encontro com o Chefe do Executivo, o presidente da FAOM, Chiang Chong Seak, disse aos jornalistas que os Operários estão “insatisfeitos” com a proposta.

 

O dirigente defende também que o salário mínimo deve ser revisto anualmente, em vez de uma vez em cada dois anos – como foi sugerido –, e entende, ainda, que a medida deve ser alargada a todos os sectores e não apenas à segurança e limpeza de edifícios. Para que o salário mínimo seja revisto, os Operários propõem a criação de um mecanismo de ajustamento automático.

 

Mais satisfeita ficou a FAOM com a promessa do Chefe do Executivo de que a política para os croupiers não vai ser alterada, ou seja, que o cargo vai continuar a ser exclusivo de residentes de Macau.