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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 14/02/2014

Casos de polícia, o projecto da SJM para o COTAI e o afastamento dos microfones de uma popular animadora de rádio de Hong Kong – são alguns dos temas de hoje da imprensa que se encontra disponível no território.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio dá destaque às declarações de repúdio dos Serviços de Saúde, que condenam alegados infractores à lei de controlo do tabagismo que terão insultado e empurrado inspectores dos serviços. Noutra notícia, as previsões de Francis Tam em relação à demografia de Macau: o secretário para a Economia e Finanças estima que, até 2016, a população activa aumente em 60 mil pessoas. Espaço ainda para uma descoberta macabra no lago Nam Van, onde foi encontrado o cadáver de um residente de Hong Kong, e para o caso de um professor universitário que diz ter sido chantageado por uma mulher que o filmou sem roupa, numa conversa pela Internet.

 

O Ou Mun faz referência a duas medalhas de ouro obtidas pela China nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi. Na actualidade local, destaque para a queda parcial da parede do edifício da Direcção dos Serviços de Finanças – duas estudantes ficaram feridas. O matutino conta ainda a história de um homem de Zhuhai que terá matado a mulher na sequência de uma discussão. O indivíduo telefonou à mãe a pedir ajuda, mas a progenitora decidiu chamar a polícia para que o filho fosse detido.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a dar espaço a uma interpelação do deputado Si Ka Lon, que critica o modo como o Governo responde aos pedidos de esclarecimento da Assembleia Legislativa acerca do regime de responsabilização dos titulares dos principais cargos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Secretários ao ralenti”, lê-se na manchete do Hoje Macau, que reproduz as acusações de Melinda Chan. A deputada critica “a falta de agressividade e rapidez no desenvolvimento de projectos públicos”. Outras chamadas à primeira página: “Apoio financeiro para as indústrias culturais chegará no segundo semestre” e “Macau Consciência quer apenas o uso da palavra Macau”.

 

O Jornal Tribuna de Macau escreve nas gordas “Lucros do imobiliário dão sinais de fraqueza” – “Promotores antevêem fim da ‘era dourada’”. No destaque com fotografia, o novo projecto da Sociedade de Jogos de Macau, apresentado ontem: “SJM promete requinte no COTAI”. Uma referência ainda ao dia que hoje se assinala, numa chamada à capa em que se lê “Dia dos Namorados em dose dupla”.

 

O Ponto Final diz que o templo de Nuwa “está à beira do colapso”. Referência também na primeira página para as indústrias culturais. “As ideias também têm um preço”, explica o jornal.

 

Quanto ao semanário O Clarim, escreve em manchete “Leis de Moisés”, acerca das declarações do presidente da Assembleia Legislativa: “Ho Iat Seng acentua a tónica do humanismo”. Noutro título, uma entrevista a Cui Gang, responsável da CAM, que afirma que “O MBAC está dispensado do concurso público”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O projecto da Sociedade de Jogos de Macau para o COTAI está em foco no Business Daily, que ocupa metade da primeira página com o tema. O resort vai custar 30 milhões de dólares de Hong Kong. Espaço também para Francis Tam: “Economia vai crescer a um ritmo sustentado”.

 

O secretário para a Economia e Finanças também está em destaque no Macau Post Daily: o Governo acredita que as receitas do jogo vão manter-se nos dois dígitos. Na capa lê-se ainda uma notícia sobre uma associação que vai treinar “embaixadores anti-jogo”.

 

O Macau Daily Times ocupa uma boa parte da primeira página com uma imagem do projecto Lisboa Palace, o investimento da Sociedade de Jogos de Macau para o COTAI. Noutro título, o jornal escreve que “Associação apela à preservação de designações locais”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O China Daily puxa para manchete um plano apresentado pelas autoridades chinesas: Pequim quer construir o maior túnel subaquático do mundo. O Conselho de Estado deve aprovar a ideia em Abril. São 123 quilómetros debaixo do mar de Bohai que vão custar 220 mil milhões de yuan e que devem estar prontos em 2026. Noutro destaque, as declarações do director do Gabinete de Ligação do Governo Central em Hong Kong: Zhang Xiaoming avisa que as propostas de reforma que não cumprem a Lei Básica e as decisões do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional “são inaceitáveis”.

 

No Standard, o caso da semana em Hong Kong – a locutora da Commercial Radio que foi afastada da emissora. Li Wei-ling diz que a culpa é de C.Y. Leung e acusa o Chefe do Executivo da região vizinha de violar a liberdade de expressão. No topo da página, chamada para uma notícia sobre o caso dos irmãos Kwok, um escândalo de corrupção que envolve também o antigo secretário-chefe Rafael Hui. Os dois empresários vão ser acusados de mais crimes.

 

Este é, aliás, um dos temas a merecer espaço na primeira página do South China Morning Post, que faz no entanto manchete com as novas políticas do Canadá para a emigração: “A porta do Canadá ainda está aberta”, lê-se no título. A garantia é deixada pelas autoridades do país, muito procurado por milionários da China e de Hong Kong para a fixação de residência. Na fotolegenda, em foco as acusações de Li Wei-ling, a mulher que diz ter sido afastada dos microfones da Commercial Radio por C.Y. Leung.