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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 10/12/2013

O relatório da Associação Novo Macau sobre o estado dos direitos humanos no território e o afastamento do número dois do regime da Coreia do Norte são alguns dos assuntos em foco na imprensa que se publica hoje.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O jornal Va Kio deixa um aviso: com a chegada do período do Natal e do Ano Novo, é preciso ter atenção ao consumo de drogas que têm um aspecto semelhante a doces. Outro tema a merecer estar na primeira página do Va Kio: as autoridades de Taiwan vão simplificar os procedimentos de entrada e saída para os alunos de Macau e de Hong Kong que estudam na ilha.

 

Quanto ao jornal Ou Mun, explica que os veículos de Macau vão poder entrar na Ilha da Montanha, que vai ser a primeira zona com “gestão separada” do Interior da China.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A emissora tem estado esta manhã a dar conta de um despacho do Chefe do Executivo que prevê a criação do Grupo Interdepartamental de Estudo do Planeamento dos Serviços de Reabilitação para o próximo decénio. Outro tema em foco na manhã informativa da Ou Mun Tin Toi: o deputado Chan Meng Kam pede ao Governo que esclareça como pretende fazer a quarta ligação entre Macau e a Taipa.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Tudo sobre rodas”, escreve o Hoje Macau, acerca dos autocarros: “Chui Sai On refuta posição do CCAC”. O diário dá ainda destaque à exposição da fotógrafa Carmo Correia, que hoje apresenta “Ponte de Luz” na Casa Garden.

 

O Jornal Tribuna de Macau publica uma entrevista com Lou Shenghua, académico do Instituto Politécnico de Macau, que defende que as “autoridades são totalmente dominadas pelo patronato”. Noutras chamadas de primeira página, lê-se que “Comunidade portuguesa ‘exagerou’ sobre deputados, diz Jason Chao” e “Diáspora pede apoios para promover Macau no exterior”.

 

O Ponto Final dedica a manchete de hoje à Anima, que está “sem chão firme” – a organização de protecção dos animais “completa este mês dois anos sem renovação da licença de utilização do espaço que ocupa em Ka Ho”. “Menos humanos”, escreve ainda o jornal acerca do relatório apresentado ontem pela Associação Novo Macau, que detecta deterioração nas liberdades civis.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Post Daily conta que a indústria do jogo prefere não comentar o polémico relatório feito pelos Estados Unidos no mês passado, um documento em que se defende que as salas VIP e a actividade dos junkets trazem riscos acrescidos para o branqueamento de capitais. Ainda na primeira página, a sugestão deixada pelo deputado Si Ka Lon, que considera que o Governo deve aumentar o número de apartamentos com três quartos inseridos no plano de habitação pública.

 

O Business Daily olha para o impacto da crise política em Banguecoque no sector do turismo: as agências de viagens de Macau têm estado a reduzir a oferta para a Tailândia desde o início deste mês. O económico faz ainda referência ao pedido das operadoras do jogo endereçado ao Governo: em abaixo-assinado, as empresas defendem a criação de zonas para fumadores em áreas dos casinos sem mesas de jogo.

 

“Relatório revela regressão nos direitos humanos”, lê-se no Macau Daily Times, acerca do documento ontem apresentado pela Associação Novo Macau. A primeira página é, no entanto, ilustrada com um tema da actualidade regional: “Kim Jong-un purga poderoso tio”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O Standard dá grande destaque ao preço das rendas dos estabelecimentos comerciais. Hong Kong continua a ter as lojas mais caras, mas Nova Iorque está a aproximar-se dos valores praticados na região vizinha.

 

Já o China Daily opta por puxar para manchete pelas previsões do crescimento económico. “O Produto Interno Bruto pode chegar aos 7,8 por cento no próximo ano”, escreve o diário oficial, que ilustra a primeira página com uma fotografia do gigantesco protesto que ontem encheu as ruas de Banguecoque. A merecer também chamada de primeira página, “a grande mudança de poder em Pyongyang”: o China Daily diz que o afastamento do número dois do regime, Jang Song-thaek, “não vai afectar as relações com os vizinhos” da Coreia do Sul.

 

A queda do tio de Kim Jong-un é precisamente o assunto em foco na edição desta terça-feira do South China Morning Post, que classifica o gesto como sendo uma “demonstração de poder”. O matutino publica uma fotografia em que se vê Jang Song-thaek a ser levado por elementos do exército enquanto participava numa reunião em Pyongyang. Ainda na capa do South China, uma notícia invulgar: cientistas do Continente estão a desenvolver um dispositivo que faz “desaparecer” objectos. Para já, uma das equipas financiadas por Pequim conseguiu fazer com que um gato “desaparecesse”. Trata-se de tecnologia com “forte potencial militar”, escreve o jornal.