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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 07/11/2013

A nova consulta pública sobre a lei do erro médico, a reunião de Chui Sai On com a Federação das Associações dos Operários e ainda os ecos finais da IV Conferência Ministerial do Fórum Macau dominam a imprensa local.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun destaca um conjunto de dados do Gabinete de Apoio ao Ensino Superior. Setenta por cento dos finalistas quer trabalhar na Função Pública, lê-se no jornal, que nota ainda a falta de recursos humanos em quatro áreas profissionais: educação, enfermagem, informática e turismo. Sobre isto, o Ou Mun ouviu o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura. Cheong U deixou a garantia de que o Governo pode lançar algumas políticas para incentivar os alunos do 12º ano a escolher cursos.

 

No Va Kio, eco de um encontro do Chefe do Executivo com a Federação das Associações dos Operários. Em vésperas da apresentação das Linhas de Acção Governativa para 2014, Chui Sai On mantém encontros com representantes da sociedade e, na reunião de ontem, prometeu que a prioridade do Governo tem duas traves-mestras: promover o desenvolvimento da economia e melhorar a vida da população. O diário também dá voz ao secretário para a Economia e Finanças. No último dia do encontro de alto nível do Fórum Macau, Francis Tam avançou que os três novos centros estratégicos vão ser estabelecidos dentro de três anos. Ainda no Va Kio, um caso de polícia a envolver um homem que já estava ilegal em Macau e quis subornar um agente, mas acabou detido.

 

Canal Chinês da Rádio Macau

 

A emissão desta manhã do canal chinês da Rádio Macau tem sido centrada na campanha dos Serviços de Protecção Ambiental, que está a promover um plano para reduzir resíduos durante o Festival de Gastronomia, prestes a arrancar. Outro tema em destaque vai para o número de sociedades constituídas no terceiro trimestre do ano. No total, foram criadas 1147. Mais 155 em comparação com o mesmo período de 2012.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Jornal Tribuna de Macau entrevistou João Costa Antunes, que diz que o Grande Prémio de Macau tem o apoio de “quase 80 por cento da população”. Ainda em destaque está a lei do erro médico, que deve ser discutida durante mais um ano, anunciou ontem o presidente da comissão que tem o diploma em mãos.

 

O Hoje Macau titula “pouco premente”, também em alusão à lei do erro médico. A proposta legislativa continua em discussão e está aberta uma nova consulta pública sobre o tema até 31 de Janeiro de 2014. Gilvan Muller de Oliveira também está na primeira página do diário, com um alerta para a estratégia “tardia” de promoção do português.

 

O Ponto Final faz manchete com a “primeira tigela de arroz”. O parque agrícola da empresa chinesa Wanbao para a produção de arroz em Moçambique é o primeiro projecto a receber dinheiro do Fundo da Cooperação para o Desenvolvimento entre a China e os Países de Língua Portuguesa. No destaque fotográfico, uma imagem da Assembleia Legislativa, palco dos plenários, que passam a ser transmitidos em directo pela TV Cabo.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

No Macau Daily Times, nota para explosões no norte da China, junto à sede do Partido Comunista. O ataque provocou um morto, escreve o jornal, que sobre a actualidade local destaca o encontro entre Chui Sai On e representantes dos Operários que pediram emprego garantido para residentes.

 

O Business Daily avança que o empresário San You está associado à compra do campo do Ceaser Golf Club. Outro título na primeira página vai para o Fundo da Cooperação para o Desenvolvimento entre a China e os Países de Língua Portuguesa que abre a porta a investimentos locais no universo da lusofonia.

 

No Macau Post Daily, a manchete é dedicada a um movimento social feminino. Em causa está a preparação de um relatório para ser enviado à ONU sobre a falta de direitos das mulheres em Macau.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

A edição do China Daily escreve que as áreas mais interiores do Continente continuam a não ter capacidade para atrair mão-de-obra especializada estrangeira. A conclusão é de uma sondagem apresentada ontem. Esta análise oferece ainda dados interessantes. 70 por cento dos expatriados admitem que viajaram para a China para encontrar melhores oportunidades de trabalho. Em 2012, trabalhavam no Continente 550 mil estrangeiros.

 

No South China Morning Post e no Standard a não atribuição de uma licença de operação à Hong Kong Television continua a dominar as primeiras páginas. Ontem, os deputados da região vizinha votaram a possibilidade deste caso ser investigado por uma comissão. Mas a intenção acabou por não receber luz verde da maioria.