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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 19/09/2013

As declarações do director do Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, Bai Zhijian, dominam a imprensa local. Mas os jornais portugueses também dão destaque aos esforços políticos e diplomáticos de Portugal para conseguir uma ligação aérea directa com a China.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Ou Mun destaca as declarações do director do Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, que diz que as infra-estruturas turísticas em Macau são insuficientes e as empresas do sector do jogo ainda não cumpriram todas as promessas. Sobre a actualidade política, Bai Zhijian deseja que os deputados escolhidos nas últimas eleições de domingo possam servir Macau e promover o desenvolvimento do território. O mesmo responsável não receia ainda que a futura composição da Assembleia Legislativa favoreça o sector empresarial.

 

No Va Kio, as palavras de Bai Zhijian também encontraram eco. O jornal coloca também na primeira página Chui Sai On, que discurso ontem na sessão de abertura do Fórum de Economia de Turismo Global. O Chefe do Executivo aproveitou a ocasião para deixar a garantia de que as autoridades locais estão a promover vários projectos complexos na área do Turismo.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Na manhã informativa do canal chinês da Rádio Macau, a festa do bolo lunar – que se assinala hoje – domina as atenções. A emissão tem avançado ainda a informação de que o horário dos serviços de autocarros vai ser prolongado esta noite.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau titula “palavra de secretário” para dar conta de que uma ligação aérea directa entre Portugal e China está perto da realidade. A garantia foi dada por Adolfo Mesquita Nunes, secretário de estado do Turismo do Governo português, que participa no Fórum de Economia de Turismo Global. O diário escreve ainda que o Executivo de Macau apoiou o Hospital Kiang Wu com 101,7 milhões de patacas entre Abril e Junho.

 

O Jornal Tribuna de Macau faz manchete com o investimento local na saúde que “só representa 1,5 por cento do PIB”. O valor é considerado muito baixo pelos padrões da ONU. No destaque fotográfico, referência à Festa do Bolo Lunar: “tradição ancestral junta famílias e amigos”.

 

N’O Clarim, os “negócios fora-de-jogo” abrem a primeira página do semanário católico. Agente local inscrito na FIFA queixa-se dos mercados de Macau e Hong Kong, explica o jornal, que dá ainda conta de que o Rotary Club entra na China.

 

O Ponto Final também destaca os contactos diplomáticos anunciados pelo secretário de estado do Turismo de Portugal, que negoceia voos directos para a China. “Diplomacia com asas”, lê-se no jornal. O rosto de Ntjam Rosie salta à vista na edição desta quinta-feira do Ponto Final. A cantora é uma das presenças confirmadas da quarta edição do Festival Internacional de Jazz de Beishan.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

No Business Daily, o sabor amargo do bolo lunar. As pastelarias estão a sentir os efeitos da inflação e pagam mais 20 por cento pelos ingredientes utilizados na confecção dos bolos. Resultado? A margem de lucro vai ser mais baixa, anunciam comerciantes locais.

 

O Macau Daily Times explica que Steve Wynn pondera investir “mais de quatro mil milhões de dólares norte-americanos” no Japão. A sentença de Bo Xilai, que será lida no domingo, também está na primeira página do diário em língua inglesa.

 

O Macau Post Daily dá ênfase às declarações de Bai Zhijian, que não está preocupado com o peso dos homens de negócios na futura Assembleia Legislativa. O director do Gabinete de Ligação do Governo Central em Macau falou à margem da sessão de abertura do Fórum de Economia de Turismo Global.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post e o Standard colocam na primeira página o caso de um casal que torturava a empregada doméstica indonésia. Enquanto o homem foi condenado ontem a três anos e três meses de prisão, a sentença da mulher chegou aos cinco anos e meio, por ter sido a autora da maior parte dos actos considerados pelo juiz como “cruéis”.

 

A edição de Hong Kong do China Daily faz manchete com o conflito na Síria. O Rei da Jordânia pediu apoio a Pequim para que exerça influência no impasse que, de acordo com Abdullah II, já se estende a toda a região do Médio Oriente.