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Festival de Música: Orquestra Gulbenkian, fado e jazz
Terça, 30/07/2013

36 milhões de patacas é valor do orçamento do festival internacional de música de Macau deste ano, o mais elevado de sempre para uma programação em que se destaca a actuação da Orquestra Gulbenkian e os espectáculos comemorativos do bicentenário da morte de Wagner e do nascimento de Verdi. 

 

O programa da 27ª edição foi apresentado, esta tarde, no Venetian e inclui propostas de 22 programas oriundos de catorzes países e regiões, desde a Rússia à Noruega, à Coreia do Sul e a Taiwan. 

Em português, a Orquestra Gulbenkian actua a 18 de Outubro, no grande auditório do CCM. Depois, o Quinteto de Lisboa, como fadista Helder Moutinho e a basca Maria Berasarte, actuam com outro grupo português – o Aduf, um grupo de adufoes gigantes, - a 20 de Outubro na Fortaleza do Monte. 

 

 

Uma colaboração inédita é a do projecto Fado com as Naamyan cantoneses, música na origem cantada por cegos, que foi perdendo popularidade e é agora recuperada para o festival. No jazz, há também músicos portugueses. Tocam com músicos espanhóis na Iberian Jazz All Stars ao lado da Macau Big Band, a 12 de Outubro, na Fortaleza do Monte. No campo da música clássica, logo na abertura, a 1 de Outubro, a Ópera Nacional da Lituânia apresenta “O Ouro do Reno”, de Wagner, assinalando os 200 anos do nascimento do compositor. E, depois outro bicentenário, o da morte de Verdi, com “Aida”, ainda pelos letões. Como já é hábito, o último espectáculo do festival, a três de Novembro é um musical. Trata-se de “Miss Saigão”, uma produção norte-americana da Broadway.