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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (terça-feira)
Terça, 30/07/2013

Um encontro entre Chui Sai On e o director do Museu do Palácio de Pequim e ainda a demolição de obas ilegais dominam os destaques da imprensa de Macau em chinês, enquanto que a que se escreve em português opta por focar os contratos das subconcessões, as condições laborais na China e a salvaguarda do património classificado.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio destaca hoje um encontro entre o Chefe de Executivo e o director do Museu do Palácio de Pequim. No ano passado, o número de visitantes do Museu de Arte de Macau aumentou 10 por cento – o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais afirma que vai reforçar a cooperação com o Museu do Palácio de Pequim.

 

Ainda em foco uma recomendação da Comissão dos Assuntos Eleitorais da Assembleia Legislativa: os cidadãos devem cumprir as normas da propaganda eleitoral.

 

No Ou Mun, a manchete faz referência à demolição de uma construção ilegal localizada no terraço de um edifício do complexo Hellene Garden, em Coloane. De acordo com o Governo, desde 2010 até Julho foram demolidas mais de 400 obras ilegais.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A principal notícia em destaque esta manhã na Ou Mun Tin Toi dá conta de que a Polícia Judiciária patrulhou clubes nocturnos e saunas no centro de Macau.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Ponto Final destaca na manchete “Contrato da Galaxy na Assembleia” – “Chan Wai Chi quer saber tudo sobre a alteração ao contrato de concessão da Galaxy que abriu a porta a subconcessões totalmente independentes. Como já há cinco interpelações orais, o regimento obriga o Governo a deslocar-se à Assembleia Legislativa para esclarecer os deputados.”

 

No outro tema em grande foco, há “Ponte para a China” – “Mais de 90 por cento dos 190 ‘vistos gold’ confirmados pelo Serviços de Estrangeiros e Fronteiras em Portugal têm origem na China ou em cidadãos chineses, que optam pela compra de casa em vez das hipóteses de investimento produtivo ou da criação de postos de trabalho.”

 

“Mudar Património de local apenas em situações de ‘muito risco’”, lê-se no título principal do Jornal Tribuna de Macau – “Ung vai Meng justifica artigo de projecto de lei e diz que pessoalmente discorda da opção.”

 

Grande destaque na primeira do JTM para outro título: “RAEM no top 10 mundial das receitas turísticas.”

 

No Hoje Macau, as parangonas falam numa “Maçã podre – na Pegatron, fábrica chinesa que fornece a Apple, nem os mais básicos direitos dos trabalhadores são respeitados.”

 

Outros títulos desta primeira página: “Ensino superior – Universidades querem exame comum de acesso” e “Outra associação de enfermeiros afirma – ‘Para falar português temos os filipinos’”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times destaca na manchete que “vítimas de tráfico que estão em Macau não têm caminho de regresso”. No outro título destacado nesta primeira página, o jornal informa que “derrame de petróleo enegrece praia turística na Tailândia”.

 

“Segmento de compras online aumenta a competição”, lê-se no título principal do Business Daily, que destaca ainda na primeira página os resultados da Wynn no segundo trimestre e o valor que a operadora espera gastar no projecto do Cotai: quatro mil milhões de dólares americanos.

 

No Macau Post Daily Independent, a primeira página é dominada pelas críticas da deputada Kwan Tsui Hang e de outros cidadãos aos apartamentos subsidiados pelo Governo na Ilha Verde.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post dedica hoje o título principal às promessas do Governo de Hong Kong de que vai avaliar a qualidade do relvado do principal estádio do território, palco de uma partida de futebol esta noite entre o campeão inglês Manchester United e o campeão de Hong Kong Kitchee.

 

Outro destaque desta edição: Filho de Bo Xilai inscrito numa escola de Direito norte-americana.

 

No jornal The Standard, o tema dominante diz respeito à recusa da Universidade de Pequim em aceitar que candidatos a alunos tentem negociar bolsas, alegando que as instituições de Hong Kong oferecem melhores condições.

 

O China Daily, o jornal oficial chinês, destaca na edição desta terça-feira que “lucros de metade das empresas estatais devem-se a actividades no estrangeiro”. Nesta primeira página, espaço ainda para destacar o regresso a casa dos pais das três adolescentes chinesas que faleceram no acidente de avião em São Francisco, nos Estados Unidos.