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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (sexta-feira)
Sexta, 19/07/2013

Os casos de polícia fazem o pleno na imprensa de Macau em língua chinesa, enquanto que a de língua portuguesa divide-se pelo destaque à execução na China de um residente de Macau com nacionalidade portuguesa, pela concessão de vistos “gold” no consulado português, e pela polémica TV Cabo vs. “anteneiros”.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

No Va Kio, a notícia que surge em maior destaque diz respeito à apreensão de 5300 quilos de tabaco ilegal num armazém da Ilha Verde.

 

Mais crime em destaque: a Direcção dos Serviços de Identificação informa que o número de casos de casamentos falsos tem aumentado nos últimos anos.

 

Também o jornal Ou Mun destaca casos de polícia: mulher queixa-se de ter sido assediada por quatro homens da província de Jiangsu num elevador. Sobre este caso, a Associação Geral das Mulheres de Macau pediu ao Governo que criminalize o assédio.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Na manhã informativa da Ou Mun Tin Toi, a notícia em maior destaque é a de um avião 787 Dreamliner da Boeing, operado pela Japan Airlines, que teve que voltar ao Aeroporto Internacional Logan, em Boston, nos Estados Unidos, depois de detactada uma avaria após a descolagem.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Ponto Final tem um tema a dominar a primeira página: “Executado”, lê-se no título principal – “Lau Fat-wai, residente de Macau e cidadão português, foi executado no Continente. Tinha 53 anos e foi condenado à morte em 2009 por transporte de estupefacientes. Um advogado de Macau recorda a memória “muito triste” dos encontros com a ex-mulher de Lau, que lhe pediu ajuda. A Amnistia Internacional em Portugal acusa altos dirigentes de Lisboa de “descaso” nos esforços diplomáticos junto de Pequim.”

 

No Jornal Tribuna de Macau, na manchete escreve-se: “Indemnização à TV Cabo fora de questão para deputados”. “Debate para cessação do contrato de concessão rejeitado na Assembleia Legislativa.

 

Em grande destaque, ainda, a análise de Paulo Godinho às eleições legislativas: “E se 19 votos elegessem um deputado?”, pergunta o JTM.

 

As parangonas do Hoje Macau dizem hoje “Por um lugar ao sol” – “Visto Gold – Consulado já conseguiu 5 milhões de euros”.

 

Outros títulos: “Caso Park’n’Shop – Fong Chi Keong foi com um grupo arrancar cartazes”; “Raymond Tam – Julgamento foi marcado para 5 de Dezembro.”

 

No semanário católico O Clarim, o maior destaque é dado a uma entrevista com César Nuñez, historiador de arte do Instituto Ricci. Afirma que “É preciso sair da política”.

 

Em foco, ainda, “Economia e Mercados – Porque investe a China em África?”

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Daily Times tem uma entrevista com Manny Pacquiao a dominar a primeira página: o filipino , estrela mundial do boxe, campeão em diversas categorias, diz que ainda tem “mais uns anos para lutar ao mais alto nível”. Em breve, Manny “Pacman” Pacquiao estreia-se nos ringues de Macau.

 

Outro título em destaque nesta edição: “’Dente Partido’ quer regressar à indústria do jogo”.

 

No Macau Post Daily Independent, a primeira página é dominada pela notícia da apreensão de 3700 quilos de tabaco não declarados e 2,13 milhões de cigarros, o que equivale a um milhão e sessenta mil patacas em impostos.

 

Já o Business Daily escreve no título principal: “Um país, um seguro automóvel”, medida que será possível até ao final do ano, já que os governos de Macau e Guangdong se preparam para assinar esse acordo.

 

Outro título destacado nesta primeira página: “Luta contra a corrupção pode afectar os hotéis”, analisa um consultor.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

“Distribuição pateta de 200 mil milhões de dólares de Hong Kong” é o que se lê no título principal da edição de hoje do South China Morning Post, que destaca assim as declarações do magnata Ronnie Chan sobre o secretário para as Finanças de Hong Kong, John Tsang.

 

Noutro título em foco, informa-se que a empresa estatal China Resources está sob investigação, depois de denúncias.

 

No jornal The Standard, as críticas a John Tsang também aparecem em foco: diz o magnata Ronnie Chan que Hong Kong está a tornar-se num “estado social”.

 

“Registo na China de organizações não-governamentais facilitado”, lê-se no título principal do China Daily. No jornal oficial chinês, há destaque, ainda, para a notícia de que os “Estados Unidos devem respeitar a lei de Hong Kong”, diz o secretário para a Justiça do território.