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Macaenses: Sales Marques optimista com o futuro
Segunda, 24/06/2013

“Há optimismo no futuro da comunidade macaense”. É o que diz Sales Marques que, esta manhã, participou num dos painéis da 8ª conferência internacional de académicos escolares, que desde, hoje, está reunida no Venetian. São mais de mil estudiosos da Ásia oriundos de universidades de quatro continentes que estão a reflectir sobre o continente. Macau e a comunidade macaense são também objectos de estudo.

A este propósito, o presidente do Instituto de Estudos Europeus, na sequência, da entrevista à agência Lusa do presidente da Associação de Macaenses,  Miguel Senna Fernandes, em que afirma que existe uma tendência de sinização da comunidade macaense, Sales Marques faz notar que também existe um horizonte de optimismo. “Há outros factores que a comunidade soube gerar. Acho que o facto de haver um associativismo acrescido e de se afirmarem algumas marcas de identidade nomeadamente a gastronomia” é importante, afirmou à rádio. “Há um movimento de defesa da gastronomia macaense que é um dos movimentos mais interessantes dos últimos tempos, existe uma valorização do  patuá, e o facto da gastronomia e o teatro patuá terem sido considerados elementos do património intangível de Macau também são outros elementos que vão no sentido positivo para nós pensarmos que a comunidade quer continuar a  existir e que está a fazer esforços para isso dentro de uma envolvência que por vezes apresenta sinais contraditórios e ambíguos”. Sales Marques está a participar em vários painéis desta conferência que está a debater questões de política, de arte, de sociologia política, de turismo e antropologia, congregando ainda académicos portugueses, europeus e norte-americanos especialista em questões de Macau ou de Timor Leste. Ao todo são 350 debates que envolvem cerca de 1200 especialistas e um orçamento de seis milhões de patacas.