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Macau despediu-se do padre Lancelote Rodrigues
Sábado, 22/06/2013

A Sé Catedral foi pequena demais para a quantidade de pessoas que quiseram dizer um último adeus ao padre Lancelote Rodrigues. Figuras de todos os sectores da sociedade e de várias comunidades - locais, lusófonas, anglo-saxónicas e do sudeste da Ásia -, marcaram presença em força nas cerimónias fúnebres que começaram às 9h30, na Sé Catedral, onde, depois, a partir das 11 horas, foi rezada uma missa presidida por Dom José Lai, Bispo de Macau. 

 

No final da missa, o cortejo fúnebre partiu da Sé Catedral até à última morada do padre Lancelote, o cemitério de São Miguel Arcanjo.

 

A secretária para a Administração e Justiça foi uma das personalidades que marcaram presença nas cerimónias fúnebres. Em declarações à Rádio Macau, Florinda Chan recordou “o sorriso, a alegria, a sempre boa disposição e palavras de encorajamento” do padre Lancelote. Florinda Chan afirmou, ainda, que, “por tudo o que fez para os refugiados, mais necessitados e toda a comunidade de Macau, sei que Deus o há-de compensar agora no céu.”

 

Presente esteve também o cônsul-geral de Portugal em Macau. Frisando que não conheceu o padre Lancelote pessoalmente, Vítor Sereno enalteceu  que “o exemplo vai perdurar”, sendo que “Portugal deve-lhe muito. Não só Portugal - Macau, Timor, Cambodja, Vietname.” Sereno nota ainda que Lancelote Rordigues  foi “mais do que o padre dos refugiados”, tendo-se notado na missa “algo de santidade”.

 

Já o deputado Leonel Alves destacou que Lancelote Rordigues “faz parte da história de Macau”, e que será sempre “uma referência para todos nós”.