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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Quinta-feira)
Quinta, 20/06/2013

As declarações de Chui Sai On sobre a secretária para a Administração e Justiça, o facto de Carlos Morais José ter desistido da candidatura à Assembleia Legislativa e a ciberespionagem de que são alvo os computadores de Hong Kong estão hoje nas primeiras páginas dos jornais de Macau e de Hong Kong.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio destaca o facto de as leis de terras e do planeamento urbanístico entrarem em vigor em simultâneo, em Março do próximo ano, e puxa também para a primeira página as declarações de Chui Sai On acerca de Florinda Chan, que não vai ser alvo de qualquer investigação interna. O diário reserva ainda espaço para Coloane e o prédio a ser construído onde se encontra a antiga casamata: Jaime Carion referiu que o projecto ainda está na fase preliminar.

 

O Ou Mun escolhe para manchete o investimento que vai ser feito pela empresa Nam Kwong no gás natural: o único distribuidor desta forma de energia alternativa garante que os consumidores vão pagar metade do que hoje em dia gastam, acreditando assim que se trata de um combustível competitivo. Destaque ainda para obras relacionadas com o trânsito: o diário refere que as autoridades estão a melhorar o sistema pedonal na rotunda do istmo do Cotai.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

A Ou Mun Tin Toi tem estado esta manhã a contar que os alunos das escolas primárias e secundárias de Macau tiveram uma aula especial, com uma transmissão em directo da Shenzhou 10. A aula foi dada pela astronauta chinesa que se encontra no espaço. Referência ainda a um acidente na província de Shanxi – uma explosão num restaurante matou duas pessoas e fez 150 feridos.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Universidade de São José volta a ter campus ‘nos eixos’”, escreve hoje o Jornal Tribuna de Macau na manchete. No destaque com imagem, “Golfinhos brancos com futuro cinzento”. O diário faz ainda referência na primeira página a Carlos Morais José, que “desiste da Assembleia Legislativa”.

 

O Hoje Macau também faz manchete com uma instituição de ensino superior – a Universidade de Macau –, ao escrever que as aulas na Ilha da Montanha só começam em 2014, para o títuto “Ecos vindos de dentro”. Noutros temas com chamada de capa, “Presidente da MUST continua no conselho de curadores” da Fundação Macau e, a propósito do mercado imobiliário, “Associação do sector fala de boas perspectivas”.

 

“Director e não candidato”, lê-se na manchete do Ponto Final, que dá assim grande destaque ao facto de Carlos Morais José ter deixado a lista de Agnes Lam às eleições legislativas de Setembro. Na falsa manchete, “Tam mais confiante”, um título que acompanha uma fotografia dos advogados dos quatro elementos do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais envolvidos no processo relacionado com o caso das campas.  

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily conta hoje que o investimento feito por residentes de Macau na China Continental cresceu. Noutros assuntos em foco, explica-se que as leis de terras e do planeamento urbanístico entram em vigor em Março, e que a Galaxy “não está focada” na expansão fora do território.

 

O Macau Post Daily destaca as declarações de Chui Sai On a propósito de Florinda Chan, que não vai ser alvo de qualquer procedimento disciplinar. O jornal ilustra ainda a primeira página com uma fotografia de manifestantes no Brasil.

 

O Macau Daily Times fez as contas ao número das listas às eleições para a Assembleia Legislativa para concluir que, caso todas elas reúnam os requisitos necessários, o sufrágio de Setembro terá mais candidatos do que o de 2009. O diário chama ainda à capa uma reportagem sobre o wushu – a exclusão da arte marcial dos Jogos Olímpicos “levanta questões”. 

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post continua a fazer manchete com assuntos relacionados com espionagem: o secretário para a Segurança de Hong Kong assegurou aos deputados que estão a ser tomadas todas as medidas para garantir que não há ciberespionagem em Hong Kong. A habitação social também está em destaque na edição desta quinta-feira do matutino em língua inglesa. Um consultor a trabalhar para o Executivo de C.Y. Leung considera que os objectivos do Governo são pouco ambiciosos – é necessário construir mais 25 por cento de fracções do que as que estão planeadas para 2022.

 

O Standard publica hoje um texto sobre o interesse crescente dos investidores chineses e de Hong Kong no mercado imobiliário de Londres. O jornal dá como exemplo o grupo Wanda, de Dalian, que investiu mais de 12,1 mil milhões de dólares de Hong Kong no Reino Unido.

 

O China Daily puxa para manchete o interesse estrangeiro nos drones chineses. O diário oficial conta que há, pelo menos, cinco países que estão a negociar com Pequim a possibilidade de adquirirem a tecnologia do avião não tripulado Wing Loong. Ainda o caso de Edward Snowden: a polícia de Hong Kong diz que zela pela segurança de todas as pessoas da região, incluindo o ex-colaborador da CIA.