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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Segunda-feira)
Segunda, 13/05/2013

Na imprensa local, temas como as inundações assim como o fumo nos casinos continuam a fazer as manchetes. Em Hong Kong, os jornais destacam a Bloomberg, que muda definições para entrada de clientes nas contas, e também o dia em que se assinalou o aniversário do sismo de 2008 em Sichuan.  

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio revela que as autoridades vão realizar outra vez o exame à qualidade do ar nos casinos que tiveram avaliação negativa. Os resultados devem ser publicados no próximo mês. No jornal, estão em destaque as declarações do subdirector dos Serviços de Saúde. Cheang Seng Ip diz que se os casinos voltarem a reprovar na avaliação, as áreas para os fumadores vão ser reduzidas.

 

Cheang Seng Ip anunciou ainda que os Serviços de Saúde não enviarão médicos a Hong Kong para avaliarem o estado de saúde de Joseph Lau, arguido no caso La Scala.

 

Noutro título, lê-se que, desde 2009, o Governo reverteu um total de 53 terrenos que estavam ocupados ilegalmente, que têm sido usados para habitação pública e vias terrestres. O Va Kio dá ainda conta que a Avenida de Luís de Camões em Coloane já foi aberta ao público, depois de ter sido sujeita a obras de alargamento.

 

Os mesmos temas estão em destaque no jornal Ou Mun, que hoje dedica a primeira página à publicidade. No interior, o matutino vira atenções para a violência doméstica.

 

“Os residentes pedem que a violência doméstica se torne num crime público”, escreve o diário, que realça também dados da polícia sobre a existência de uma média de 200 casos por ano. Destes, “90 por cento não chegam a seguir para os tribunais porque as vítimas não querem”, é outro destaque do jornal que acrescenta que a “maioria dos criminosos reincide”. O Ou Mun dá também espaço a um académico, que afirma que “manter a violência doméstica como um crime semi-público é uma questão que precisa ainda de ser discutida”.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

O Canal Chinês da Rádio Macau diz, nesta manhã informativa, que o Governo vai ajustar o mapa de pontuação das candidaturas à habitação social.

 

As contas públicas também estão em destaque nesta manhã: nos primeiros quatro meses do ano, o saldo das finanças públicas atingiu atingiram os 48.798 milhões de patacas.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

“Cheias sem indemnização” é a manchete do Ponto Final. A Companhia de Parques de Macau fez o que podia face às inundações e não é responsável pelos encargos causados pelo tufão Hagupit. É esta a decisão do Tribunal de Segunda Instância que rejeita, assim, um pedido de indemnização de 348 mil patacas. O jornal realça ainda  que o acórdão defende que, nestes casos, sejam encerrados os auto-silos. O título do destaque fotográfico diz “pequena grande missão”, sobre o apoio de Macau às vítimas do terramoto de 20 de Abril na região de Yaan.

 

O Jornal Tribuna de Macau coloca em foco a grande entrevista a Pedro Leal. O advogado afirma que Macau só tinha a “beneficiar se viessem mais juízes de Portugal”. Na primeira página, o JTM também escreve que “18 por cento faltaram a teste para admissão ao funcionalismo público” e que “alto dirigente chinês é investigado por órgão anti-corrupção”. O diário também dá espaço à “dupla lusa distinguida nos Indies”.

 

No Hoje Macau lê-se “a mea culpa de Florinda”, que assumiu que “às vezes” existem falhas no sistema de recrutamento público, prometendo “trabalho mais eficaz para o futuro”. O diário diz que a secretária para a Administração e Justiça respondeu às críticas do presidente da Associação dos Advogados de Macau. No Dia do Advogado, Neto Valente falou de “recrutamento e promoções na Função Pública com habilitações supostamente jurídicas em cursos que nada têm a ver com o Direito de Macau”. Num dos destaques de primeira página, o jornal escreve ainda: “Licenças de Paternidade” – “associações pedem mais férias para homens e...mulheres”.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Post diz que “fórum critica Governo por causa de desastre das inundações”. Os participantes questionaram, no programa Fórum da TDM, o desenho do Governo para a habitação pública de Coloane, que sofreu cheias severas na quarta-feira. O presidente da Federação dos Moradores, Ng Siu Lai, também lançou críticas ao Governo pelo que chamou de “falha na resolução das cheias, um problema que assola a cidade há muito tempo”.   

 

Na manchete o Macau Daily Times diz “casos de droga acima dos 70 por cento no primeiro trimestre”, a propósito dos dados sobre a criminalidade, anunciados pelo Governo. Na fotografia está a dupla portuguesa que ganhou o Prémio do Júri no Macau Indies, com o documentário “Vazio”.

 

“Banco da China processa dono da Macau Dragon” escreve o Business Daily em manchete. O diário económico diz que em causa está a falha nos pagamentos de empréstimos. Ao declarar falência em Setembro de 2011, a empresa tinha uma dívida de mais de 10 milhões de dólares de Hong Kong.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

“Bloomberg admite erro sobre a privacidade” é o que diz o South China Morning Post. A Agência de notícias e informação financeira bloqueou os jornalistas de monitorizarem a actividade dos clientes, na sequência de uma queixa do Goldman Sachs. Na base da queixa está uma questão levantada por um jornalista de Hong Kong, que questionou o banco sobre o envolvimento de um dos associados, depois de ter notado que o responsável não acedia à sua conta na Bloomberg há muito tempo.

 

No destaque fotográfico lê-se “lágrimas de mãe no epicentro da tragédia”. Ontem, a província de Sichuan assinalou o aniversário do sismo de 2008.

 

Um tema também assinalado por uma fotografia no jornal China Daily. Mas a manchete diz “emigrar é o remédio dos enfermeiros”. Na notícia, o matutino indica que muitos profissionais da área desistiram das carreiras na China por causa de “salários baixos e poucos benefícios”.

 

O título principal do Standard diz “não há fumo sem fogo”. Um pequeno incêndio no Conselho Legislativo pode ter sido causado por um cigarro. A polícia suspeita que alguém infringiu a lei anti-tabaco no escritório do deputado Leung Kwok-hung, conhecido como long-hair – cabelo comprido. O incêndio, que deflagrou no sábado à noite, não causou nenhum ferido, deixando apenas alguns danos no escritório do deputado.