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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Sexta-feira)
Sexta, 10/05/2013

As inundações da passada quarta-feira estão em destaque nos jornais locais de hoje, que puxam também para capa temas tão diferentes com as eleições legislativas e os problemas na educação.

 

Jornais de Macau em língua chinesa

 

O Va Kio puxa para a primeira página o resultado da 14ª reunião de Cooperação Cultural da Região do Grande Delta do Rio das Pérolas. Representantes de Guangdong, Hong Kong e Macau assinaram cartas de intenção de cooperação para realizar exposições das relíquias culturais e elaborar os mecanismos de avaliação de sítios conducentes à classificação do património. Ainda no Va Kio, as declarações de Ung Vai Meng, presidente do Instituto Cultural, sobre a Rua Belchior Carneiro, onde estão a ser feitos trabalhos de investigação arqueológica.

 

O Ou Mun diz que os residentes pedem ao Governo que resolva o problema de inundações. A chuva de anteontem causou graves prejuízos às lojas. As inundações também provocaram a interrupção no abastecimento de água e avaria de elevadores em edifícios. O diário foi ouvir residentes das zonas mais afectadas. A maioria duvida que se vá em frente com o reordenamento da rede de drenagem. O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais diz que vai investigar as inundações e a obstrução dos esgotos.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

O Ou Mun Tin Toi avisou, esta manhã, que o sinal de trovoada foi emitido às 9h. Outra notícia refere que a empresa CSR tem em carteira projectos de reciclagem de resíduos. O canal adianta ainda que o ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, assegura que Pequim tem vontade de negociar a questão das fronteiras com a Índia.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Business Daily escreve em manchete “Yuan forte, ouro barato, inflação pode piorar”. Em foco ainda para as inundações: a chuva torrencial de quarta-feira apanhou desprevenidos os comerciantes da Taipa.

 

Já o Macau Post Daily entrega o destaque da edição a um estudo sobre educação: “Apenas dez vagas em creches para cada 18 crianças no próximo ano”. Em baixo, o diário publica uma fotografia alusiva às inundações.

 

O Macau Daily Times antecipa o fim-de-semana de cine-concertos no Teatro D. Pedro V, mas a manchete é dedicada à educação: “Estudo diz que faltam serviços de apoio a quatro mil crianças”.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O Hoje Macau dá grande destaque na edição de hoje a uma entrevista ao número dois de Chan Meng Kam. Si Ka Lon confessa estar “preocupado” com as eleições, apesar de dizer ser optimista. Ainda na capa, “Vestígios históricos na Rua Belchior Carneiro com interesse, diz o Instituto Cultural” e “CSR promete cumprir novas regras à risca”.

 

“Jovens aos conselhos”, lê-se no Ponto Final, numa referência às associações de juventude que apoiam Chui Sai On na ideia de limitar a acumulação de cargos nos órgãos consultivos. O destaque com imagem vai ainda para as inundações da passada quarta-feira, com o título “Drenar mais e melhor”.

 

O Jornal Tribuna de Macau puxa para manchete dados oficiais sobre o número de funcionários da Administração. “Maioria da função pública com vínculo fora do quadro”, escreve o matutino, que reserva a fotografia da primeira página para a Novo Macau, que está “à procura de 900 assinaturas”.

 

Porque hoje é sexta-feira, publica-se O Clarim, que traz esta semana em foco o Arcebispo de Boston e a secularização, com o título: “Tensão entre Igreja e Estado vai aumentar”. Noutras chamadas à primeira página, “Turismo religioso é aposta”; “ARTM dá mais abraços”; e “Rui Cunha: Jogo imune a conflitos”.

 

Jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

No South China Morning Post, um alerta do antigo responsável pelos Assuntos de Macau e de Hong Kong, Lu Ping que considera que há demasiados chineses do Continente a visitar a região vizinha. Lu Ping entende que a política de vistos se tornou demasiado flexível.

 

No China Daily, grande destaque para uma fotografia das derrocadas em Lushan, na província de Sichuan, que provocou a morte de três pessoas. Mas na manchete lê-se que “Custos de produção continuam a cair”.

 

O Standard deixa um aviso: “Cuidado, estamos próximos do abismo fiscal”.