Em destaque

14 de Fevereiro 2019: às 12h30, o BNU negociava 1 euro por 9.1522 patacas e 1.1278 dólares norte-americanos.

Consciência de Macau pede demissão da comissão eleitoral
Segunda, 06/05/2013

Em carta entregue, hoje, ao Chefe do Executivo, o grupo Consciência de Macau aponta várias irregularidades no processo eleitoral, relativamente às quais, diz, nada tem sido feito. Por isso, pede a demissão da Comissão de Eleições porque pela terceira vez não obteve resposta. 

 

Desta vez, trata-se da afixação num infantário da Taipa de cartazes de promoção de Wong Ki Cheng, vice-presidente da Associação Geral de Mulheres de Macau, e número dois da lista dos Moradores às eleições gerais de Setembro.

 

Para a Consciência de Macau, além de se tratar de uma escola financiada com fundos públicos configura uma irregularidade óbvia. Daí a queixa à Comissão Eleitoral. Uma queixa sem resposta e que levou, esta manhã, Bill Chou e Jason Chao à sede do Governo para entregar uma carta a Chui Sai On a pedir um guia de conduta dos candidatos às eleições e nova comissão eleitoral.

 

“Entendemos, e foi isso que pedimos na carta ao Chefe do Executivo, que a Comissão Eleitoral devia ser demitida e que sejam nomeados novos membros”, diz Jason Chan. De acordo com a lei eleitoral, “os membros da comissão não têm de ser funcionários, qualquer cidadão pode ser nomeado e é isso que pedimos: nova comissão eleitoral e com outras pessoas”. 

 

Se não for assim, diz Jason Chao, é a credibilidade da comissão e a limpeza das eleições que estão em causa. A carta ao Chefe do Executivo pede ainda maior vigilância da Comissão de Eleições no que toca à propaganda e que seja clara nos critérios de investigação das denúncias de irregularidades. A mesma exigência que a Consciência de Macau já tinha feito no passado dia 18 de Abril. Mas, como noutras vezes, do lado da Comissão não houve resposta.