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1º Maio: ATFPM não se manifesta por causa de “represálias"
Sábado, 27/04/2013

A Associação de Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM) não vai sair para a rua no 1º de Maio, apesar de os trabalhadores do território terem “muitas razões de queixa”, diz o líder da associação, Pereira Coutinho.

 

“Porque é que a actualização dos salários é a partir de 1 de Maio? É para evitar que os trabalhadores da função pública vão para a rua”, defende o deputado. Quanto à ATFPM, não organiza qualquer manifestação por decisão da direcção. “Respeito – sou um dentro da direcção e se a direcção acha que não vale a pena ir, não vai.”

 

O modo como a Administração tem lidado com os funcionários públicos seria razão suficiente para uma manifestação de trabalhadores, defende Coutinho, que ressalva que as pessoas temem “represálias”. “Hoje em dia, ir para a rua tem consequências. É-se logo despedido ou sofrem-se represálias. Neste momento, temos um estado de polícia dentro da função pública”, acusa o presidente da ATFPM, que promete participar, a título individual, nas manifestações do 1º de Maio.

 

O deputado é o convidado desta semana do programa Rádio Macau Entrevista, transmitido hoje e que está disponível neste site.