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H7N9: IACM foi a Pequim debater medidas de prevenção
Terça, 16/04/2013

O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) garante que Macau está atento à segurança das aves importadas da China Continental e que Pequim assegura qualidade nos bens que são exportados para Macau.

 

O presidente do IACM, Raymond Tam, esteve esta semana em Pequim para debater o problema do H7N9 com as autoridades do Governo Central. Na reunião com a Administração Geral de Supervisão da Qualidade, Inspecção e Quarentena, foram apresentadas as medidas mais recentes sobre a gripe das aves e feito um balanço sobre o controlo das aves de capoeira importadas por Macau à China.

 

As autoridades do Continente comprometem-se a garantir, “ao máximo”, a segurança e a higiene das aves de capoeira fornecidas a Macau e a Hong Kong. O Governo Central promete ainda apoiar os trabalhos para prevenir uma eventual epidemia em Macau.

 

Em nota à imprensa, em que dá conta desta deslocação, o IACM explica também que estão a ser tomadas medidas rigorosas na importação de aves de capoeira. As aves destinadas a Macau estão sujeitas a testes da gripe das aves H7 e H5 e só depois é que podem ser exportadas para o território.

 

Apesar das garantias dadas, o IACM deixa alguns conselhos aos cidadãos, que não devem comprar aves de capoeira vivas de origem desconhecida. Aconselha-se ainda os residentes a evitarem o contacto com as aves vivas e excrementos. A carne e os ovos devem ser bem cozinhados.

 

O H7N9 já fez 14 mortos na China, país onde estão registados 103 casos. Um investigador de Hong Kong, citado hoje pelo South China Morning Post, alerta que a nova estirpe do vírus da gripe das aves pode representar uma ameaça maior para os humanos do que o vírus H5N1, que matou centenas de pessoas em todo o mundo.