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Revista de Imprensa de Macau e Hong Kong (Terça-feira)
Terça, 02/04/2013

A candidatura de Jason Chao pela lista da Novo Macau, o incêndio às portas do templo Na Cha e as reacções à reprimenda da ONU sobre o cumprimento pelo Governo de Macau do Pacto Internacional sobre Direitos Humanos atravessam as manchetes da imprensa local. Em Hong Kong, terminou a greve no terminal de contentores, por imposição judicial.

 

Jornais de Macau de língua chinesa

 

A carne de porco está em destaque na primeira página do Va Kio, devido à descida na venda por grosso na ordem dos 12,6 por cento. Mas os comerciantes queixam-se de que a diminuição dos preços na venda a retalho dificilmente acompanha a descida nos preços por grosso. A partir de hoje, a carne de porco é mais barata 2 ou 3 patacas por jin (cerca de meio quilo). O jornal escreve ainda que os feriados da Páscoa acabaram, ontem, tendo-se registado cerca de 330 mil entradas e saídas de pessoas. Ainda assim, sublinha o Va Kio, não houve incidentes a registar nas fronteiras.

 

No Ou Mun lê-se que as autoridades vão lançar uma máquina automática para a actualização do BIR, em Agosto, para antecipar o pico de actualização do documento. O matutino também destaca a carne de porco, mas dá mais atenção ao alerta para o pagamento, este mês, das contribuições do regime da Segurança Social, referentes ao primeiro trimestre de 2013.

 

Canal chinês da Rádio Macau

 

Na Ou Mun Tin Toi ouve-se que o presidente de Apple, Tim Cook, divulgou uma carta no website oficial chinês a pedir desculpa aos clientes chineses por causa da diferença dos serviços pós-venda na China face aos outros países estrangeiros. Tim Cook promete ainda realizar alguns ajustamentos. A rádio diz também, nesta manhã informativa, que os EUA querem concentrar o seu foco estratégico na zona Ásia-Pacífico. Sobre a actualidade local, os noticiários referem o número do tráfego de passageiros do Aeroporto Internacional de Macau, que aumentou 16% no primeiro trimestre em comparação com o período homólogo do ano passado.

 

Jornais de Macau em língua portuguesa

 

O jornal Ponto Final puxa para a manchete uma notícia de actualidade política. “Divisão ideológica e religiosa” - a Associação Novo Macau vai concorrer com três listas nas próximas legislativas. O jornal colheu reacções sobre o relatório da ONU acerca do estado dos direitos humanos em Macau e titula “pactos e contradições”.

 

No Jornal Tribuna de Macau, uma enorme fotografia documenta o incêndio às portas do templo Na Cha. Na manchete lê-se que Jason Chao é “candidato à AL pela Novo Macau”.

 

O Hoje Macau dá grande espaço às medidas que o Governo Central vai lançar para combater a especulação imobiliária. “Exemplo a seguir” é a manchete. No matutino, está ainda em destaque a questão do relatório da ONU: o que diz o relatório e o que diz o Governo. E sobre a Lei Sindical, o Hoje Macau garante que o deputado Pereira Coutinho vai voltar a apresentar uma proposta de lei.

 

Jornais de Macau em língua inglesa

 

O Macau Post Daily faz a primeira com o incêndio que quase tocou no templo de Na Cha. “Encerrado temporariamente devido ao fogo” e, em baixo, uma fotografia dos bombeiros à porta do templo.

 

No Business Daily, lê-se: “preços do ouro inflacionados garantem lucros das joalharias”.

 

Nos jornais de Hong Kong em língua inglesa

 

O South China Morning Post faz manchete com uma ordem judicial para acabar com a greve dos trabalhadores do terminal de contentores de Hong Kong. Apesar da ordem, os grevistas ainda permaneceram algumas horas no local e a fotografia documenta isso mesmo.

 

No China Daily, o título principal destaca o crescimento da actividade industrial em Março. Trata-se de uma recuperação moderada, mas suficiente para o China Daily escrever em letras grandes: ”índice de crescimento do sector industrial contribui para a retoma da economia”. A fotografia, no centro da primeira página, mostra os soldados veteranos do Exército Popular de Libertação, que “visitaram o cemitério de mártires revolucionários”, em Bozhou, na província de Anhui.

 

No Standard, há uma história de cavalo. O Jockey Club de Hong Kong está a liderar uma campanha para evitar que os cavalos de corrida acabem no talho e a carne à mesa dos restaurantes. E a manchete é, por isso, “and they’ re off...the menu”, que é como quem diz, “partida, largada, saída...do menu.”