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Festival de Artes: Monchique e Rueff em Maio
Terça, 19/03/2013

Já é conhecido o programa deste ano do festival de Artes de Macau. Mais asiático, mais local. Um mês de música, dança, teatro, ópera entre três de Maio e dois de Junho. De Portugal, os convidados são os humoristas Maria Rueff e Joaquim Monchique com o espectáculo “Lar Doce Lar”.

 

No mais, os cerca de 25 milhões de patacas servem para trazer a Macau, de três de Maio a dois de Junho, 34 espectáculos e eventos da China, Reino Unido, França, Espanha, Holanda, Bélgica, Israel, Taiwan, Vietname e Singapura. A abri o festival a peça de teatro “Seca e Chuva”, produção francesa e vietnamita, co-produção do Festival de Teatro de Edimburgo. Mas muita produção asiática porque, como disse o presidente do Instituto Cultural, Guilherme Ung Vai Meng, a aposta concentrou-se na Ásia.

 

 “Este ano temos colaboradores asiáticos. Iremos também estreitar a colaboração com artistas do estrangeiro mais longe de Macau mas também vamos tentar estreitar relações com zonas asiáticas no âmbito de cultura e arte”, afirmou o presidente do Instituto Cultural na apresentação do cartaz.

 

Não só asiáticos porque os patrimónios locais também contam. Este ano, disse Chi Kin, director do departamento de artes do Instituto Cultural, a presença local será inferior à da próxima edição, quando o Festival fizer 25 anos. 

 

A ouvir a apresentação do programa do Festival estava na plateia Miguel Senna Fernandes, o director da companhia Doci Papiacam de Macau que a propósito das eleições legislativas deste ano, entram na festa com uma nova produção. Chama-se “Amor de Eleição”, um Romeu e Julieta à moda da terra, história picara de amores proibidos entre duas famílias poderosas. Uma paródia de Montecchios e Capulletos de Macau.