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Habitações públicas albergam 17 por cento da população
Quarta, 09/01/2013

No final do ano passado, 17 por cento da população de Macau vivia em habitações públicas, revelam dados oficiais a que a agência Lusa teve acesso.

 

Dados facultados pelo Instituto de Habitação (IH) mostram que, até 31 de Dezembro, do universo das 98.700 pessoas que residiam em habitações públicas, 80,9 por cento (ou 79.900) habitava em fracções económicas e os restantes 18.800 em casas sociais.

 

Os ‘inquilinos’ de habitações públicas estavam distribuídos por um universo de 44.425 habitações públicas - 36.287 económicas e 8.138 sociais -, número que dá uma média de 2,2 elementos por cada lar.

 

A habitação económica destina-se a indivíduos com baixos rendimentos económicos, possibilitando que adquiriram uma casa com preço controlado e inferior ao do mercado livre. A habitação social, também disponibilizada pelo Governo, funciona sob a forma de arrendamento.

 

Até 31 de Dezembro de 2012, de acordo com o IH, existiam 3.615 agregados familiares em lista de espera por uma fracção económica, enquanto 6.207 aguardavam pelas chaves de uma casa social.

 

Atendendo aos números avançados e à média de 2,2 pessoas por cada lar de habitação pública, o número de pessoas que viveria em casas públicas se os pedidos pendentes fossem imediatamente satisfeitos totalizaria um quinto (20,86 por cento) da população, ou 120.308 pessoas.

 

Segundo o mesmo organismo, o projecto de construção das 19 mil habitações públicas, que deveria ter ficado concluído em 2012, entrou na “fase final”, apesar de não detalhar a percentagem de frações concluídas até ao momento do universo total de 19.260.