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LAG: saúde em Macau preocupa deputados
Sexta, 30/11/2012

A lei do erro médico e a questão do novo hospital preocupam Pereira Coutinho. Na sessão de perguntas e respostas com o secretário para os Assuntos Sociais, o deputado questionou sobre os atrasos na lei “A Lei do Erro Médico... Já falam dela há mais de 10 anos. Onde é que está a bola? Passou agora para a Assembleia Legislativa, é o que dizem à população (...) Foi uma esperteza senhor director, mas ainda bem que os nossos deputados são ainda mais espertos e passaram a bola outra vez para vocês.”

 

Já no final da tarde, Cheong U respondeu, lembrando que há outras questões que também devem ser tidas em conta. “A lei do erro médico visa responder às necessidades e solicitações da população. Por outro lado ainda teremos mais medidas de reforma do sistema de saúde: formação dos internatos e ainda os conselhos médicos assim como outras politicas e estratégias para aperfeiçoar o sistema de saúde.”

 

O Hospital das Ilhas foi outra questão que mereceu as críticas do deputado Pereira Coutinho. “O nosso novo hospital onde é que está? É por questão de interesses? (...) Recebi, há pouco, uns dados do deputado Chan Meng Kam: no ano passado, falava-se de 1,2 mil milhões a gastar no hospital, o que tenho aqui refere cinco vezes mais de dinheiro a gastar. Este dinheiro gastou-se onde e para onde foi? Por que é que, até agora, há tantas queixas? O nosso hospital tem uma entrada que parece um mercado, o serviço de urgência parece um centro de acolhimento de refugiados. Nós não estamos a mendigar”, afirmou o deputado.

 

Cheong U reitera que, em “2017, estarão concluídas as obras da primeira fase, com um edifício de urgências com cem camas, 466 camas nos cuidados gerais e ainda 45 camas para as especialidades”. Em 2019, assegura o secretário, “a segunda fase estará concluída”.

 

Já na questão dos Conselhos Médicos, Cheong U adianta que os Serviços de Saúde já apresentaram sugestões e introduzirá mudanças ao texto e a última versão está quase finalizada. “No mês de Outubro finalizou-se a última versão e esta última versão do projecto foi submetida aos serviços competentes para análise do foro jurídico e depois vamos finalizar os trabalhos de ajustamento e poderemos assim apresentar aos deputados para apreciação”, concluiu.