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Quase metade dos residentes indiferentes aos cheques
Terça, 20/11/2012

Quase metade da população de Macau entende que o plano de comparticipação pecuniária é indiferente para o grau de felicidade. Esta é uma das conclusões de um estudo levado a cabo pela Associação Sin Meng. Um estudo que conclui que os residentes estão hoje ligeiramente menos felizes do que no ano passado.

 

Segundo o inquérito, quase 48 por cento dos residentes entendem que os cheques distribuídos anualmente pelo Governo não fazem diferença na felicidade. Pouco mais de 50 por cento dizem sentir-se mais felizes devido ao apoio recebido. Por outro lado, um por cento considera-se mais infeliz por causa desses mesmos cheques.

 

Os cheques agradam mais a elas do que a eles, agradam mais aos mais velhos do que aos mais novos e satisfazem mais quem tem um nível de instrução mais baixo. Quase 32 por cento dos inquiridos entendem que a felicidade gerada pelo apoio pecuniário pode durar mais de três meses. Pouco mais de 20 por cento acreditam que pode durar menos de uma semana.

 

Segundo a imprensa local, o estudo sobre o índice de felicidade da população de Macau revela uma população ligeiramente mais infeliz do que no ano passado: o índice cai dos 71,6 pontos para os 71,2. A habitação é o principal motivo de descontentamento, com as políticas nesta área a serem aquelas que merecem a nota mais baixa dos residentes. Entre as que mais agradam estão as medidas para a área da educação e os subsídios para os idosos.

 

Em termos gerais, o índice de satisfação face ao Governo cai, mas muito pouco. Sofre uma descida de apenas meio ponto percentual em relação ao ano passado.

 

O estudo teve por base entrevistas a mais de 1500 residentes com mais de 14 anos.